XUXA SATÂNICA? HELLO KITTY É DO DIABO? CONFIRA AS LENDAS URBANAS EVANGÉLICAS

30 Março 2010

Xuxa satânica? Hello Kitty é do diabo? Mensagens subliminares na Disney? Confira as Verdades e MentirasCom certeza você já deve ter ouvido falar que a Xuxa fez pacto com o diabo, há mensagens satânicas nas músicas dos Beatles, a boneca Hello Kitty é consagrada ao diabo, o nome da maionese Hellman´s significa “homem do inferno”, os filmes da Disney tem mensagens subliminares, o boneco do Fofão tinha dentro de seu corpo o tridente de satã, a TV Globo é satanica e etc… São tantas histórias que todo mundo se confunde entre a realidade e o mito.

Essas e outras lendas urbanas evangélicas ganharam grande divulgação com o envio constante de e-mails no formato de power point. Foi assim que provavelmente você recebeu essas notícias. Mas resta a dúvida: são verdadeiras?

Há casos em que há até boicotes a produtos e várias a acusações a pessoas públicas. Há rumores de que a Xuxa fez pacto com demonio há muitos anos, mas a história ficou famosa com o depoimento do ex bruxo mais famoso do Brasil, o Chico, a uma igreja evangélica. Em seguida ganhou força com pregações de um pastor brasileiro e ganhou bases após as conversões de alguns ex paquitos.

No testemunho, o ex bruxo afirmou que foi ele quem fez os pactos e atestou veemente que a apresentadora infantil adorava ao diabo e não poderia pronunciar o nome de Jesus, daí o motivo de ela sempre repetir “o cara lá de cima”. Ele ainda disse que outro “termo” do pacto incluiria que ela nunca poderia se casar, nem ter envolvimento amoroso com homens. Esse seria o motivo de ela ter feito inseminação artificial quando engravidou de sua filha Sasha. Também é dito que algumas músicas da apresentadora possuem mensagens subliminares satânicas. Esse caso da cantora Xuxa é dito com verdadeiro e não apenas Lenda.

As lendas mais famosas

Tem história tão famosa que tem repercussão mundial. São lendas que quebram barreiras de tempo e lugar e invadem o imaginário coletivo, principalmente dos evangélicos. De boicotes a expulsão de demônios, evangélicos protestam mesmo contra alguns produtos.

Mensagem Subliminar Disney

Em vários filmes da Disney tem mensagens subliminares ou satânicas, segundo alguns estudiosos e fanáticos. Este é outro caso comprovadamente verdadeiro, não sendo apenas uma lenda e tendo um grande histórico de provas. Confira algumas das mais famosas e intrigantes:

Fantasia: no filme Fantasia de 1940, Mickey aparece com um chapéu de feiticeiro com pentagramas e meia-lua, antigos símbolos usados em feitiçaria. O filme termina como uma espécie de ritual satânico, com o demônio capturando e engolindo várias almas em noite de Halloween.

Cinderela: em uma cena, Cinderela afirma que seu gato Lúcifer tem um lado bom. Na cena em que Cinderela coloca seu gato para fora de casa sua sombra se mistura a dele, formando uma caveira.

Pequena Sereia: o desenho do palácio de Ariel parece ser um pênis.

Hello Kitty Satânica

A lenda de que a ga

 

tinha não tem boca surgiu porque a filha da criadora da boneca teve câncer bocal aos 14 anos e ela invocou o diabo, prometendo que se curasse a sua filha ela consagraria uma boneca a ele. Outro motivo seria porque a Hello Kitty não queima. A explicação científica para essa afirmação é que as empresas, preocupadas com a segurança das crianças, usam produtos que visam a não-propagação do fogo.

Até o nome da boneca tem uma explicação dita “satânica”: Hello (Olá – no idioma inglês), e Kitty (demônio – em japonês). Para os céticos essa versão não é válida porque a origem  da palavra é inglesa, que significa gatinha, significando “Olá Gatinha!”.

Hellman´s e o inferno

Muitas pessoas acreditam que a palavra Hellmans significa homem do inferno. Porém segundo a empresa a história é outra. Em 1903, o imigrante alemão Richard Hellman chegou aos EUA e em 1905 abriu um delicatessen na cidade de Nova York. A receita seria de sua mulher e era vendida em sua loja para acompanhar saladas prontas, mas com o passar dos anos tornou-se tão popular que começou a ser vendida em potes, acondicionados em caixas de madeira, para ser usada como manteiga. Inicialmente, Hellmann vendeu duas versões da receita e, para diferenciá-las, enrolou uma fita azul no pote de uma delas. A demanda pelos potes com a fita azul era tão grande que em 1912 Hellmann idealizou uma etiqueta azul para colar no pote, muito semelhante ao logotipo atual. Este ano ficou oficialmente conhecido como o lançamento da tradicional maionese, introduzida no mercado com o nome de Hellmann’s Blue Ribbon Mayonnaise. O sucesso foi tão grande que a maionese passou a ser produzida em pequenas fábricas e distribuída por uma frota de caminhões. O que provaria que a marca de maionese não é “do demônio”.

Mc Donald´s e o tridente do diabo

O motivo da acusação à rede de fast food é porque algumas pessoas asseguram verem o tridente do diabo no logotipo do grupo (um “M” amarelo estilizado). A empresa nunca divulgou nenhuma nota a respeito da afirmação. O boato foi esquecido por muitos após Joan Kroc, viúva do presidente da megacorporação, Ray, ter doado cerca de US$ 1,5 bilhão, equivalente a R$ 4 bi – à Igreja Evangélica Exército de Salvação, que se dedica à pregação do Evangelho e ao socorro aos desvalidos.

Procter & Gamble e o pacto com o diabo

A lenda com empresa detentora de produtos como Duracell, Gillette e Pampers existe desde 1980 e começou no Mississipi, quando ao olhar para o antigo logotipo da empresa, um indivíduo não identificado, acreditou ser “satânico”, vendo numa lua um velho rodeado por 13 estrelas que formavam o 666. O logo da empresa, que existia desde 1851, na verdade fazia referência às 13 colônias norte-americanas.

A lenda tomou maiores proporções após o boato de uma suposta declaração do presidente em um programa de TV dos EUA dizendo que 10% dos lucros da corporação eram destinados à igreja de satanás em território americano.

A história piorou quando o dirigente da P&G teria dito que não temia qualquer retaliação por parte dos evangélicos contra os seus produtos, o que acabou causando uma verdadeira cruzada contra a empresa, que atingiu até o Brasil, onde evangélicos zelosos evitaram até mesmo vestir seus bebês com as fraldas fabricadas pela empresa, já que, como se dizia, as peças tinham escondida, a imagem da besta.

Além de a declaração do presidente da P&G nunca ter sido dada, os cinco diferentes apresentadores mencionados no boato desmentiram que a entrevista tivesse sido feita. Também não existe nenhuma prova que realmente exista marca satânica nos rótulos dos produtos da multinacional.

Após os processos judiciais, todos ganhos pela P&G, contra 15 pessoas acusadas de plantar boatos (entre eles 6 representantes da Amway, empresa concorrente da P&G) e anos respondendo às cartas e telefonemas de clientes, em abril de 1985, a P&G retirou o logotipo da empresa para acabar com os boatos, o que não adiantou muito, os boatos ressurgiram na internet anos depois.

Novos boatos sobre marcas e pessoas famosas surgem a cada dia, assim como também novas verdades, por isso é cada vez mais difícil distinguir o que é verdade e o que não é.

Fonte: Gnotícias.com.br

PÁSCOA? OVOS DE PÁSCOA? VERDADES OU MENTIRAS?

Pascoa? Ovos de Pascoa? Verdades e mentiras sobre a comemoração do dia da ressurreição de CristoQuando você pensa em chocolate, bacalhau e coelho que comemoração te vem à mente? Com certeza você se lembrou da Páscoa. Conhecida mundialmente como uma festa cristã, ela é mais antiga do que se imagina, sendo comemorada muitos anos antes do nascimento de Jesus Cristo e por diversos povos da antiguidade.

A Páscoa, como conhecemos hoje (com ovos de chocolate, alusão ao coelho, etc) modelou-se com o passar dos anos, mas tem como principal influência a Páscoa Judaica. Antes de Jesus morrer na cruz e ressuscitar era este o tipo de Páscoa comemorada. Portanto, Páscoa cristã e judaica são diferentes, mas é a partir da festa judaica que os cristãos comemoram a ressurreição do Salvador.

Para os judeus a páscoa significa “passagem”, por isso o nome da festa é Pessach (passagem). De acordo com a tradição judaica, a primeira celebração de Pessach ocorreu há 3500 anos, quando o Senhor enviou dez pragas sobre o povo do Egito. Antes da décima praga, – que seria a morte dos primogênitos das famílias egípcias -  Moisés  foi instruído por Deus a pedir que cada família hebréia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais (mezuzót) das portas, para que seus primogênitos não fossem exterminados.

Quando anoiteceu as famílias comeram a carne de um cordeiro sem mancha, pães sem fermento e ervas amargas. Depois um anjo, enviado por Deus, matou todos os primogênitos egipícios. Depois deste episódio Faraó libertou os hebreus da escravidão. Como memória desta libertação foi instituído para todas as gerações de judeus a celebração da festa de Pessach, como forma de lembrar o favor de Deus.

Pessach, então, significa a passagem do Senhor através de seu mensageiro, o anjo. Depois foi acrescentado a esta concepção a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, confirmando a sua libertação. Os judeus comemoram até hoje os valores que a história narrada no livro de Êxodo: liberdade, justiça e reinício do ciclo da vida.

Para os cristãos a Páscoa tem um significado semelhante, é a comemoração da passagem de Jesus da morte à ressurreição. Os primeiros cristãos passaram a comemorar a Páscoa, como conhecemos hoje, porque viram uma relação entre a libertação do povo de Deus no Egito e a libertação da morte para a vida, pregada por Jesus.

Outro motivo para que a grande festa cristã tenha o mesmo nome da festa judaica deve-se à Paixão de Cristo ter acontecido no início do Pessach. Então a última ceia teria sido um Seder, o jantar realizado na véspera do início da Páscoa judaica.

Embora as duas festas tenham o mesmo nome não ocorrem na mesma data. A Páscoa cristã é comemorada no primeiro domingo de lua cheia depois do equinócio de primavera (de outono, no hemisfério sul). Já as comemorações da Páscoa judaica têm início na primeira lua cheia do mesmo equinócio. O início do Pessach e a Páscoa cristã podem cair no mesmo dia, mas isso dificilmente ocorre.

A Páscoa de outros povos

Vários povos da antiguidade comemoravam uma espécie de Páscoa. Porém normalmente eram festas pagãs em homenagem aos seus deuses ou a comemoração da chegada da primavera. Atualmente a Páscoa cristã é a mais comemorada.

Em março de 250 a.C, em Roma, era celebrada uma festa religiosa, em que o protagonista era um ser meio homem, meio deus, filho de uma virgem e que ressuscitava todo ano. Essa festa era uma homenagem à deusa Réia ou Cibele e ao Attis, a pessoa que ressuscitava. Para o povo egípcio era uma festa para o deus Osíris, que também ressuscitava.

A partir do século IX, com a conversão do povo germânico ao cristianismo, alguns símbolos das festividades pagãs foram incorporadas na festa cristã. Este é o caso do coelho, que era a representação da deusa da primavera entre os povos bárbaros. Ainda hoje, Páscoa é chamada Ostern em alemão e Easter em inglês – derivações do nome da deusa Eostre.

Essa relação do coelho com a fertilidade foi mal interpretada por ingleses até meados do século XX. Durante a festa fazia-se brincadeiras eróticas, como levantar uma mulher três vezes para ganhar um beijo.

A tradição dos ovos de páscoa

Na maioria dos povos, desde as mais remotas épocas, o ovo é símbolo de nascimento e ressurreição. Diz a lenda que Simão, o cirineu que ajudou Jesus a carregar a cruz ao Calvário, era vendedor de ovos. Ao voltar para casa, depois da crucificação, percebeu que os ovos estavam todos milagrosamente coloridos feito um arco-íris. Já o coelho era o símbolo da fertilidade no Antigo Egito. Não foi difícil, portanto, escolher para a Páscoa um símbolo que fosse popular e facilmente reconhecível. Assim, o coelho esconde ovos coloridos em ninhos, para que as crianças possam procurá-los, como presente de Páscoa.

Fonte: Gospel Mais

SILAS MALAFAIA E O DEBATE SOBRE A PL 122

Silas Malafaia no programa do Ratinho novamente: “Volto para debater até com o capeta”

Na noite do dia 24 de março, o pastor Silas Malafaia esteve mais uma vez no programa do Ratinho, do SBT, para discutir o projeto de lei constitucional 122 – PLC 122, que criminaliza a homofobia – medo ou aversão ao homossexual. Há um mês, Silas Malafaia participou do programa em debate sobre a lei contra homofobia com a ex-deputada federal Iara Bernardi (PT-SP), autora do projeto, que já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e pode entrar na pauta de votação do Senado. Nesta quarta-feira, a transsexual Rosana Star foi a convidada para discutir o tema com o pastor.

Ratinho contou que após a exibição do programa, em fevereiro, foi muito criticado. Segundo o apresentador, as pessoas consideraram que Malafaia ganhou o debate do mês anterior por se expressar com mais desenvoltura. Em contato com o pastor e apresentador do Vitória em Cristo, programa de Silas Malafaia na TV, Ratinho o convidou para um novo debate. “O senhor topa, pastor?”, disse Ratinho. “Topo qualquer coisa, volto para debater até com o capeta”, disse Silas Malafaia. “Eu não quero discutir religião. Eu quero dizer que Jesus ama todas as pessoas… Vamos discutir a lei? Ela é vergonhosa, ela é um absurdo, que quer privilegiar uma classe de gente. Toda sociedade precisa de limites. A escola diz assim: Em um pátio interno nenhum aluno pode se beijar, seja hetero ou homossexual. Ninguém se beija. No pátio de uma igreja ninguém se beija. Se o diretor da escola impedir ou se o pastor da igreja impedir, dois a cinco anos de cadeia”, disse o pastor. “Esse projeto criminaliza a opinião. Se uma pessoa tem uma babá evangélica e não quer que a criança seja educada por uma babá evangélica, pode demiti-la. Se uma pessoa tem uma babá homossexual e não quer que a criança seja educada por uma babá homossexual, pode demiti-la também”, comparou Malafaia.

Em outro momento do debate, Rosa Star expressou: “Eu tenho pai, tenho mãe, sei o que é família e sei que um pai não gostaria que seu filho visse dois homens se beijando na televisão. Agora quanto à igreja, eu não sei porque criticar tanto a prárica do homossexual, do homossexualismo. Por que você não traz esse público para vocês de forma carinhosa? Se o senhor acha que eu posso mudar, por que não me convida para sua igreja? Por que você não convita o público lgbt para ir a sua igreja?”.

Malafaia respondeu: “Discordar da prática de uma pessoa não significa discriminá-la. Eu gostaria de informar que a igreja evangélica está lotada de pessoas em busca de transformação [...] e assim como você, qualquer homossexual que quiser ajuda espiritual, a igreja evangélica, Ratinho, está lotada. Isso é conversa. Ninguém leva homossexual para igreja para bater ou botar em quarto escuro”.

Para assistir os debates acesse os links abaixo:

1º Debate

2º Debate

Fonte: Gospel Mais

“ATEISMO É UM PROBLEMA MORAL”, AFIRMA FILÓSOFO CRISTÃO

23 Março 2010

“Ateismo é um problema moral”, afirma um dos maiores filósofo cristão

James S. Spiegel tem uma tese desconfortável para propor. Ele argumenta: “ceticismo religioso é, no fundo, um problema moral”.

Um professor de filosofia e religião da Universidade de Taylor em Upland, Indiana, EUA, James Spiegel, escreveu um livro de 130 páginas. The Making of an Atheist (O Making of de um Ateu) é uma resposta aos novos ateus. Mas ao contrário das inúmeras respostas que surgiram a partir de apologistas cristãos, o livro de Spiegel centra-se nas raízes psicológicas do ateísmo.

Enquanto os ateus insistem que a razão fundamental para rejeitar a Deus é o problema do mal ou a irrelevância científica do sobrenatural, o filósofo cristão diz que o argumento é “apenas um ardil” ou “uma cortina de fumaça conceitual para mascarar o verdadeiro problema – a rebelião pessoal”.

Ele admite que poderia parecer inadequado ou ofensivo sugerir que a falta de fé em Deus é uma forma de rebelião. Mas ele disse em uma entrevista recente ao Evangelical Philosophical Society que era obrigado a escrever o livro porque está convencido de que “é uma clara verdade bíblica”.

Seu objetivo ao escrever o livro não é nem para provocar as pessoas, nem mostrar que o teísmo é mais racional que o ateísmo. Ao contrário, seu objetivo é orientar as pessoas a “explicação real do ateísmo”.

“A rejeição de Deus é uma questão de vontade, não do intelecto”, afirma. “O ateísmo não é o resultado da avaliação objetiva da prova, mas de desobediência obstinada, mas isso não decorre da aplicação cuidadosa da razão, mas da rebelião intencional. Ateísmo é a supressão da verdade por maldade, a conseqüência cognitiva da imoralidade.

“Em suma, é o pecado que é a mãe da descrença”. Deus fez a sua simples existência, desde a criação – a partir da vastidão inimaginável do universo para o complexo universo das micro-células individuais, de acordo com Spiegel. A consciência humana, as verdades morais, as ocorrências milagrosas e o cumprimento das profecias bíblicas são também evidências de que Deus é real.

Mas os ateus, que rejeitam, ou como Spiegel diz, “fazem perder a importância divina de qualquer um destes aspectos da criação de Deus” menosprezam a própria razão.
Isto sugere que outros fatores dão origem à negação de Deus. Em outras palavras, algo que não seja a busca da verdade leva ao ateísmo. Spiegel diz que o problema do ateu é a rebelião contra a pura verdade de Deus, como claramente revelado na natureza. A rebelião é solicitada pela imoralidade e comportamento imoral ou cognição é pecado.

O autor explicou que “há um fenômeno que eu chamo de ‘paradigma induzindo à cegueira’, onde a visão falsa de uma pessoa impede de ver as verdades que de outra forma seriam óbvias. Além disso, a indulgência pecaminosa de uma pessoa é uma maneira de amortecer a sua natural consciência de Deus, ou, como John Calvin chama, o Divinitatis Sensus. E quanto mais esse sentido inato do divino é reprimido, mais resistente a pessoa fica em acreditar em Deus”.

Spiegel, que se converteu ao cristianismo em 1980, testemunhou o padrão entre vários de seus amigos. Seu trajeto do cristianismo ao ateísmo envolve: derrapagem moral (como a infidelidade, o ressentimento ou rancor), seguido pelo afastamento do contato com outros crentes, ocorrendo crescentes dúvidas sobre sua fé e contínua vida de pecado, culminando em um rejeição consciente de Deus.

Examinando a psicologia do ateísmo, Spiegel cita Paul C. Vitz, que revelou uma ligação entre o ateísmo e orfandade. “Os seres humanos foram feitos à imagem de Deus, e a relação pai-filho é um espelho mostrando os seres humanos como descendentes de Deus”, diz Spiegel.

“Nós, inconscientemente (e muitas vezes conscientemente, dependendo de uma visão de mundo), concebemos a Deus como o padrão do nosso pai terreno. No entanto, quando um pai terrestre é defeituoso, seja por morte, abandono ou maus-tratos, projetamos esse pai terreno em Deus”.

Alguns dos ateus cujos pais morreram incluem David Hume e Friedrich Nietzsche. Aqueles com pais abusivos ou fracos incluem Thomas Hobbes, Voltaire e Sigmund Freud. Entre os Novos Ateus, o pai de Daniel Dennett morreu quando tinha cinco anos e o pai de Christopher Hitchens “parece ter sido muito distante. Hitchens confessou que ele não se lembra de nada sobre ele”.

Quanto à Richard Dawkins e Sam Harris, há pouca informação disponível a respeito de seus relacionamentos com seus pais. “Parece que as conseqüências psicológicas de um pai com defeito deve ser combinada com a rebeldia – uma resposta persistente e imoral de alguma sorte, como o ressentimento, ódio, vaidade, falta de perdão, orgulho. E quando essa rebelião é bastante profunda e prolongada, o ateísmo dá resultados”, explica Spiegel.

Em essência, “ateus finalmente optam por não acreditar em Deus”, diz Spiegel. E “esta escolha não ocorre em um vácuo psicológico”.

“Ela é feita em resposta aos desafios à fé profunda, como os pais com defeito e talvez outros ensaios emocionais ou psicológicos”, afirma. “A escolha também não é feita em um vácuo moral. O impacto do pecado e suas conseqüências também serão significativos”.

“Estes efeitos morais e psicológicos acarretam em uma maior chance para negar a realidade do divino, sem qualquer sentido (ou muito) de incoerência em uma visão do mundo”.

Fonte: Christian Post

EX-PRATICANTE CONTA OS BASTIDORES DO SANTO DAIME

18 Março 2010

O assassinato do cartunista Glauco Villas Boas e seu filho Raoni, na madrugada de sexta-feira em Osasco, São Paulo, trouxe à tona discussões sobre o Santo Daime, como é mais popularmente conhecido o uso ritualístico da Ayahuasca, o chá feito a partir de duas plantas da região amazônica e que tem propriedades alucinógenas. O cartunista era fundador de uma igreja baseada no daime e foi morto no templo que havia construído no terreno de sua casa.
O jovem apontado como autor do crime teria se aproximado da igreja de Glauco com o objetivo de livrar-se do uso de drogas. Foi essa suposta capacidade atribuída ao uso do chá que atraiu João (o nome é fictício), um jovem com histórico de dependência de substâncias ilícitas que aceitou explicar ao Terra o que viu e sentiu em suas experiências como daimista.
João ouviu falar do chá pela primeira vez no final dos anos 1990, quando morava em Rio Branco, capital do Acre. O nível de informações, porém, era insuficiente. Talvez um reflexo da falta de aceitação do ritual em parte da sociedade. Mas como o daime faz parte da cultura da região Norte, João encontrou em uma colega de faculdade em Manaus (AM) a oportunidade de conhecer a Ayahuasca.
Sua primeira impressão foi a de que o daime baseia-se numa doutrina cristã. "Antes de participar de uma das cerimônias, ou trabalhos, como são conhecidas, eu teria de passar por uma entrevista com membros da igreja, que ficava localizada em uma área menos populosa, nos arredores de Manaus", conta ele.
Os líderes da igreja fizeram perguntas a João. "Eles questionaram porque eu queria tomar daime, se tinha histórico de uso de drogas, e se possuia conhecimentos sobre espiritualidade. Me pediram que ficasse três dias sem ingerir bebidas alcoólicas e até sem comer carne vermelha antes da cerimônia", disse.
O estudante também ouviu histórias sobre a origem do daime, sua relação com a cultura amazônica, a ligação com a floresta, simbologia, como são realizados os trabalhos e outros detalhes. João também constatou que os freqüentadores mais assíduos, ou fardados, vivem nos arredores da igreja, em uma espécie de comunidade. As pessoas vêm das mais diferentes formações. Há desde agricultores até policiais e advogados. Mas há também os que chegam à igreja como curiosos, interessados em experimentar a bebida. Estes sofrem com a reação clássica do chá, o vômito.
O daime é tomado basicamente em três "linhas", cada qual com suas características de ritual: daime, união e barquinha. O Santo Daime é a ramificação mais ligada aos signos da igreja católica e é bem rígida durante os trabalhos. Existe até um fiscal que ajuda nos momentos de aperto, afirma João.
São determinados os lugares onde você deve ficar na igreja, quanto tempo e para onde você pode se afastar, para "não quebrar a corrente" no decorrer da cerimônia. Há duas etapas nos trabalhos, a concentração, quando se fica em silêncio por cerca de uma hora após tomar o chá, intercalando com alguns hinos (músicas da doutrina), e o bailado, quando se faz uma espécie de coreografia dando dois passos para cada lado, em cerimônias que podem durar de sete a doze horas.
A União do Vegetal tem um círculo mais restrito, mas não tão rígido. Durante as cerimônias é possível conversar e fazer perguntas ao responsável pela cerimônia. Os hinos são diferentes, mas o que importa é a mensagem, diz João.
João também conheceu a Igreja da Barquinha, dessa vez em Rio Branco. O local é parecido com uma igreja católica e o ritual se assemelha bastante com o do Santo Daime, com a diferença da inclusão de entidades afro-brasileiras nos rituais.
Em comum entre as três linhas está o chá. Feito da mistura de um cipó e de folhas de um arbusto da Amazônia, ele começa a fazer efeito em cerca de 20 minutos. A primeira reação é uma espécie de sonolência, com muitos bocejos. "A partir desse ponto, a sensibilidade aos sons e à luz fica mais forte, assim como o torpor que oscila em momentos mais fortes e tranquilos, de acordo com o hino", descreve João.
O chá leva o usuário a momentos de auto-análise para depois encontrar o ápice do efeito, quando fica difícil de manter a concentração. "Nesse ponto ocorrem mirações, efeitos alucinógenos do chá. Antes ou depois delas me senti mal e vomitei, um efeito conhecido como peia, que é comum entre os daimistas", relata João.
A peia é incômoda, mas depois dela a sensação é boa, e muda de acordo com o hino que estiver sendo cantado. A música é parte importante no ritual. No daime e na barquinha, os visitantes recebem inclusive um hinário para poder acompanhar e cantar as músicas.
João frequentou os cultos por seis meses e conta que a experiência com a Ayahuasca foi positiva e o ajudou a livrar-se das drogas, inclusive do álcool. Mas que não há como generalizar: "Cada um que toma tem uma experiência diferente", afirma.
No período em que freqüentou as igrejas, João afirma que notou alterações significativas em pessoas que passaram a ser mais assíduas nos rituais. "Algumas realmente abdicam da vida social e se isolam em comunidades no meio da mata", diz ele.
"Vi em muitos casos pessoas achando eram mais puras e elevadas, diziam ter contatos com entidades elevadas, o que de certa forma causava risos entre os praticantes mais velhos", afirmou.
"Ao tomar o daime, a pessoa não pode se deixar levar por devaneios egocêntricos, que provavelmente viriam à tona em um outro momento de sua vida", disse.
Fonte: Mais notícias de brasil

ROUBANDO EM CASA PARA TROCAR POR DROGAS?

15 Março 2010

O que fazer?

"Os familiares devem conduzir o dependente para avaliação médica especializada. Caso o paciente se recuse a comparecer, os familiares deverão procurar o auxílio médico sem a presença do doente e detalhar toda a situação para o profissional. Com todos os detalhes fornecidos, o profissional seguramente avaliará a situação e proporá medidas para auxiliar tanto o doente quanto os familiares"
Furtar objetos ou valores da própria casa para trocar por drogas não é uma queixa incomum entre familiares de dependentes químicos. Quando isso estiver acontecendo, evidencia-se um forte sinal de perda do controle diante do consumo de substâncias e os familiares NÃO podem, sob quaisquer pretextos, fazer “vistas grossas” diante dos fatos.
Em um indivíduo que desenvolveu o quadro de Síndrome de Dependência de substâncias, a fissura ou “craving” para consumir a droga pode ser tão intenso, como frequentemente é, a ponto de motivar o mesmo a fazer de tudo para angariar a droga. Isso inclui, por exemplo, o furto de objetos ou valores da sua própria casa ou de terceiros. Às vezes, também infelizmente, o dependente químico começa a roubar para manter o seu próprio vício.
Devemos lembrar que tanto o “furto” quanto o “roubo” são atividades ilícitas contra a propriedade e devem ser combatidos e evitados. Se o dependente químico estiver praticando atividades ilícitas, ele não deve ser poupado das suas responsabilidades. Isso não significa peremptoriamente que deve ser preso; isso significa que ele deve ser adequadamente tratado. Ele precisa reconhecer o mal que está fazendo contra ele mesmo e contra as outras pessoas, assumindo-o. Na verdade, quanto mais cedo for o tratamento, menores serão as repercussões negativas do comportamento do indivíduo dependente.
Nessas situações, o tratamento médico se impõe de forma clara. Tanto os familiares quanto o paciente deverão estar inseridos em um tratamento sério.
Os familiares devem conduzir o dependente para avaliação médica especializada. Caso o paciente se recuse a comparecer, os familiares deverão procurar o auxílio médico sem a presença do doente e detalhar toda a situação para o profissional. Com todos os detalhes fornecidos, o profissional seguramente avaliará a situação e proporá medidas para auxiliar tanto o doente quanto os familiares.
Lembro, nesse sentido, que essa avaliação deverá ser realizada por profissional médico especializado na matéria.
Você tem um problema bastante sério na sua casa que precisa ser adequadamente resolvido. Não perca tempo!

Fonte: Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas

ATAQUES CONTRA CRISTÃOS NO MUNDO ISLÂMICO CAUSA PREOCUPAÇÃO

Na última quarta-feira, um bando de cerca de dez atiradores irrompeu no meio da manhã nos escritórios da ONG cristã de ajuda humanitária World Vision em Mansehra, um distrito ao norte de Islamabad, e abriu fogo contra os funcionários que estavam ali. Seis deles morreram, outros sete ficaram feridos. O acontecimento é o episódio mais recente de uma série de atos de violência e perseguição contra cristãos que começaram há alguns meses com uma frequência inquietante em vários lugares do mundo.
No fim de semana passado, o governo marroquino expulsou 26 cristãos do país, a maioria evangélicos, acusados de proselitismo. Ao mesmo tempo, na Nigéria, centenas de cristãos morreram a golpes de pistola e facadas pelas mãos de muçulmanos na explosão mais recente da violência étnico-religiosa crônica que afeta o centro do país africano. Na região de Mosul, no Iraque, pelo menos oito cristãos foram assassinados em diferentes ataques em fevereiro. E quase não restam famílias cristãs em Mosul: todas fugiram. No Egito, oito cristãos coptos morreram a tiros ao sair da missa num domingo de janeiro. Fora do mundo muçulmano, na Índia, também acontecem episódios de violência contra os cristãos. A lista poderia continuar.
Cada uma dessas histórias tem uma motivação específica, com frequência local. O caso nigeriano é particularmente diferente, porque a violência entre grupos é recíproca. Mas em todos os demais há um denominador comum: indícios perturbadores de uma crescente intolerância e, em alguns casos, perseguição. As coisas parecem estar piorando. É o que acredita Angela Wu, diretora internacional do departamento legal do Fundo Becket para a Liberdade Religiosa, com sede em Washington, que defende seguidores de todas as religiões.
“Embora tenha surgido no Oriente Próximo, o cristianismo é visto como um influência estrangeira, ocidental, em muitos lugares do mundo. Isso se deve, em parte, ao legado do colonialismo. Mas agora, a situação foi exacerbada pelas guerra do Iraque e Afeganistão e pelo episódio das caricaturas de Maomé publicadas na Dinamarca. Esta retórica afeta cada vez mais as minorias cristãs”, comentou Wu, numa conversa por telefone desde os EUA.
Em alguns casos, a perseguição é governamental, em outros, a violência é exercida pelos vizinhos. Com frequência, esses dois fatores estão relacionados. Wu destaca que em muitos casos a aplicação cada vez mais rígida de leis contra a blasfêmia e a falta de proteção às minorias acaba desencadeando uma espiral perversa.
“O principal problema com as leis de blasfêmia não é só a sua aplicação por parte dos Estados, mas sim o clima social que elas criam, no qual até mesmo um discurso pacífico é percebido como ilegal. Com frequência, são as pequenas disputas locais que motivam os ataques, mas a blasfêmia se transforma numa desculpa fácil, os rumores se propagam, e a violência irrompe. A impunidade em relação a esses crimes faz o resto”, observa Wu.
No Ocidente, onde o cristianismo e suas instituições são vistos com frequência como parte integrante do sistema de poder, a ideia de minorias cristãs perseguidas pode parecer surpreendente e distante, associada a tempos passados. Entretanto, dos mais de 2 bilhões de fieis que vários estudos atribuem ao cristianismo, pelo menos várias dezenas de milhões – numa estimativa prudente – vivem em situação de opressão ou com severas limitações.
Um recente estudo da ONG cristã Open Doors situava o número ao redor de 100 milhões, a maior parte em países de maioria islâmica. A ONG, entretanto, atribuiu a posição de país mais hostil ao cristianismo à Coreia do Norte, onde acredita-se que milhares de cristãos estejam presos em campos de trabalho forçado.
O sofrimento de muitos cristãos é apenas mais uma faceta da perseguição a que as minorias religiosas em geral são submetidas em muitos países. Um recente estudo do Pew Forum sobre religião e vida pública afirmou que 70% dos 6,8 bilhões de habitantes da terra vivem em países com “restrições notáveis” à liberdade religiosa. Casos de discriminação, e até de perseguição, não faltam até mesmo nos países nos quais as liberdades civis estão mais arraigadas.

Fonte: Do El País

DISTÚRBIOS NA ESPLANADA DAS MESQUISTAS, EM JERUSALÉM!

12 Março 2010

Distúrbios na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém! Balas de borracha israelitas contra pedras palestinianas

Balas de borracha israelitas contra pedras palestinianas. Distúrbios na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, fazem dezenas de feridos
 
Os agentes das autoridades dizem ter entrado no complexo que alberga o templo islâmico (uma zona conhecida entre os israelitas como Monte do Templo) depois de palestinianos, exibindo bandeiras do Hamas, terem lançado pedras sobre a polícia e crentes judeus que se encontravam perto do local.
A polícia disparou balas de borracha e lançaram gás lacrimogéneo. Dezenas de pessoas ficaram feridas, entre palestinianos e polícias. Mas os números apontados por várias fontes são dispares.
A agência Reuters adianta que serão cerca de 30 os feridos, 17 palestinianos. Um deles terá ficado em estado grave. Os restantes serão agentes que apresentam apenas ferimentos ligeiros.
Já o jornal israelita «Haartez.com» noticia a existência de 15 polícias feridos e «dezenas» de palestinianos. O «Ynetnews.com», por sua vez, refere que 20 agentes apresentam ferimentos, mas que há 60 palestinianos feridos, salientando que «um rapaz foi ferido gravemente por uma bala».
Há ainda registo de detenções. Ambos os jornais noticiam que três palestinianos foram levados pelas autoridades, por terem lançado pedras.
Templos judaicos na Cisjordânia contestados
O «Haartez.com» explica que os incidentes se iniciaram depois de no sermão proferido na mesquita ter sido abordado o tema da inclusão do Túmulo dos Patriarcas e do Túmulo de Raquel (ambos situados na Cisjordânia) na lista de património nacional israelita.
Esta decisão, tomada no mês passado, está a desencadear uma onda de protestos por parte da comunidade palestiniana, por ser vista como uma provocação.
O ministro da Segurança Interna de Israel, Yitzhak Aharonovitch, já se deslocou ao Monte do Templo esta sexta-feira à tarde, onde acusou o Hamas e os movimentos islâmicos da Cisjordânia de instigarem os actos de violência de hoje, segundo referem os meios online israelitas.
«Israel cruzou uma linha vermelha»
Da parte do presidente palestiniano, Mahmoud Abbas, o seu porta-voz, Nabil Abu Rudeineh, apontou o dedo a Israel, criticando a actuação da polícia. «Israel continua a colocar obstáculos à frente dos esforços de [George] Mitchell, [o enviado especial dos EUA para o Médio Oriente]», disse Rudeineh, citado pelo «Haartez.com».
Em comunicado, o gabinete de Abbas insistiu nas críticas. «Israel cruzou uma linha vermelha no caminho para renovar as conversações de paz, que foram apoiadas pela Liga Árabe», salienta a nota.
A Esplanada das Mesquitas ou Monte do Templo é um local sagrado tanto para muçulmanos como para judeus.
O mundo islâmico coloca-o atrás só das cidades santas de Meca e Medina em termos de importância.
Para o judaísmo, é o espaço que albergava o grande Templo de Salomão, destruído no século VI A.C., e o chamado Segundo Templo, do qual resta apenas a parede ocidental - o Muro das Lamentações -, depois da tomada da cidade pelos romanos, no ano 70 na era actual.

Por: Redacção / HB/CP

PIOR QUE O TRABALHO DOS ÍMPIOS É O SILÊNCIO DOS JUSTOS

Nunca pensara que houvesse coisa pior que o trabalho dos ímpios. E tem. É o nosso silêncio. Não é o “todo homem seja pronto para ouvir e tardio para falar”. É o silêncio da inoperância evangelística. Não se fala de Cristo e das coisas de Deus. Algumas se relacionam conosco e nem nos damos conta que partirão para eternidade. Sem nenhuma presunção, o plural usado aqui é retórico, majestoso, pois tenho tentado aproveitar todas as oportunidades.

Temos uma grande mania (e aí me incluo!) de investir tempo falando das obras malignas e não nos damos conta que poderia ser investido para falar de Cristo. Parece-me que o hino “Conversação Cristã”, 421 do Cantor Cristão, é uma realidade. Veja as duas primeiras estrofes: “Sabeis falar de tudo que neste mundo há, mas nem sequer palavra de Deus que tudo dá? / Falamos do mau tempo, do frio e do calor; Oh, bem melhor seria falar do Salvador!”.

Que faz alguém silenciar-se sobre algo tão importante? Ao alcançarmos uma vitória na vida, não temos desejo urgente de anunciars? Por que a salvação que alcançamos, o maior bem de nossa vida, é esquecida de ser anunciada com entusiasmo? Só uma resposta encontrei: a presença de Jesus não tem inundado o coração. A boca fala do que está cheio o coração! Lembra-se de Pedro e João diante do Sinédrio (Atos 4)? As autoridades, sabedoras da origem inexpressiva e das poucas letras deles, ficaram estupefatas com sua intrepidez. O texto esclarece: as autoridades tomaram conhecimento que eles tinham estado com Jesus. E o endemoninhado gadareno, lembra-se!? Foi anunciar em toda a Decápolis (região de 10 cidades) o que Jesus lhe fizera.

É triste saber que há crentes que nunca ganharam uma alma para Cristo, apesar de vários anos de “vida cristã!”. Uma estatística aponta que 95% dos crentes nunca tiveram esse privilégio! Agindo assim, fazem pior que o trabalho dos ímpios! Ver e saber que pessoas estão caminhando celeremente para o inferno não lhes sensibiliza! São frios com algo tão sério!

Voltando ao hino 421 do CC, as duas estrofes acima falam o que fazemos. As duas seguintes, o que podemos fazer. Atente bem: “Falemos da bondade do grande Salvador, de sua excelsa graça, de seu imenso amor! / Da cruz também falemos, onde ele nos quis dar seu sangue tão precioso, e assim nos resgatar”. O estribilho, uma exortação contundente: “Irmãos! Irmãos! Falemos de nosso Salvador; Oremos ou cantemos e demos-lhe louvor”.

Quer mudar o quadro em sua vida cristã? Tornar-se um propagador das boas novas, depois da experiência de conversão, é uma decisão pessoal. Como Isaías, você pode dizer: “Eis-me aqui, Senhor! Envia-me a mim!”. A partir de hoje, aliste-se no exército que faz trabalho melhor do que os ímpios!

Fonte: Informativo vigiai

O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE REFRIGERANTE

11 Março 2010

INTERESSANTE SABER!

Primeiros 10 minutos:
10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente.
Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.
20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina.
O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular).
40 minutos:
A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.
45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como com a heroína.)
50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo.
As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas das OSTEOPOROSE .
60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina.
Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam..
Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar.
Ficará irritadiço.
Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.
Pense nisso antes de beber refrigerantes. 

Se não puder evitá-los, modere sua ingestão! 
Prefira sucos naturais. 
Seu corpo agradece!

Prof. Dr. Carlos Alexandre Fett

Faculdade de Educação Física da UFMT

Mestrado da Nutrição da UFMT

Consultoria em Performance Humana e Estética

POR QUE NO DOMINGO?

07 Março 2010

Essa pergunta pode ser embaraçadora. Por que adoramos a Deus no domingo? A Bíblia não diz que o sétimo dia é o tempo consagrado a Ele por seu povo? Onde as Escrituras dizem que o crente deve santificar o primeiro e não o sétimo dia da semana? Essas perguntas são legítimas, temos de admitir; também são perguntas que exigem resposta. Portanto, o que podemos dizer sobre este assunto?

Criação e Redenção

Comecemos considerando as evidências do Antigo Testamento. Neste, o sábado não era apenas um dia especial, que deveria ser reconhecido uma vez por semana. Tinha um significado mais rico. Apontava para o futuro descanso de redenção que Deus realizaria em favor de seu povo. O sábado não era apenas um lembrete do descanso que ocorreu após os seis dias de criação. Também era celebrado porque Deus libertara seu povo da escravidão no Egito.

Deus repetiu o mandamento a Moisés depois que Israel peregrinou no deserto durante quarenta anos, pouco antes de entrarem na terra da promessa. Quando Deus repetiu a lei que havia sido entregue no Sinai, os Dez Mandamentos foram os mesmos. Nenhum deles foi alterado. Mas o motivo para a lei referente ao sábado era diferente. No Sinai, o povo de Deus foi instruído a observar o sábado, por- que Deus havia descansado após os seis dias de criação (Êx 20.11; cf. Gn 2.3). Mas na Transjordânia Deus ordenhou que Israel guardasse o sábado tendo em vista a sua redenção do Egito (Dt 5.5). Não somente por causa da criação, mas também por causa da redenção, o povo de Deus deveria descansar um dia em sete.

Sabemos que a libertação de Israel da escravidão no Egito, por intermédio do cordeiro pascal, era apenas uma sombra, uma profecia de uma libertação que ocorreria através da morte sacrificial e da poderosa ressurreição de Jesus Cristo. Os santos do Antigo Testamento olhavam adiante, para a vinda do futuro descanso de seus fardos de pecados, assim como em cada semana olhavam para seu descanso do trabalho, no sábado. Portanto, quando Israel entrou na terra do seu “descanso”, sob a liderança de Josué, marcharam ao redor de Jericó por sete dias. E, no sétimo dia, marcharam sete vezes ao redor das muralhas da cidade. Após haverem completado a marcha pela sétima vez, no sétimo dia, as muralhas ruíram, e o povo de Deus começou a entrar em seu “descanso”, na terra de Canaã. A tomada de Jericó forneceu uma ilustração do povo de Deus entrando em “descanso sabático”.

De maneira semelhante, os setenta anos do cativeiro de Israel indicavam o descanso da redenção que viria à terra prometida. Durante os setenta anos do cativeiro de Israel na Babilônia, a terra estava se agradando “dos seus sábados” (2 Cr 36.21).

Essas experiências do Antigo Testamento demonstraram que o povo de Deus estava olhando para o “descanso”, a redenção que seria realizada pelo Messias, no futuro. Trabalhavam seis dias da semana aguardando o “descanso” que no futuro desfrutariam. Pensavam na terra da promessa como o lugar onde eles entrariam no “descanso” de todos os fardos de sua vida.

Uma Nova Perspectiva

Mas agora a redenção já se realizou. Jesus veio para cumprir a profecia. Por meio de sua morte e ressurreição, trouxe seu povo ao seu “descanso” da redenção. Nós olhamos para trás, para a salvação consumada por Cristo. “Está consumado” foi o clamor de Cristo na cruz, e, por isso, sabemos que tudo foi realizado para libertar-nos do pecado, da morte e de todos os males deste mundo.

Por conseguinte, o crente possui uma nova perspectiva sobre o descanso da redenção. A ressurreição de Cristo foi um acontecimento tão significativo quanto a criação do mundo. Por meio de sua ressurreição, a nova ordem de universo veio à existência. Uma nova maneira de viver passou a existir. A pedra foi rolada do sepulcro de Jesus a fim de permitir que os discípulos entrassem, não para que Jesus saísse! Por causa de sua nova forma de existência no corpo da ressurreição, Ele podia entrar e sair de cômodos fechados, sem necessidade de abrir as portas.

A Ressurreição de Cristo

Não deveria nos levar a ficar admirados o fato que os discípulos seguissem uma nova ordem em seus padrões de adoração e serviço para Deus. Eles começaram a se- mana reunindo-se com o Cristo ressurreto. Iniciavam a semana com uma celebração da redenção que fora realizada por Cristo. Considere atentamente as seguintes evidências de que a redenção realizada por Cristo determinou o dia da adoração.

1. Jesus Cristo ressuscitou no primeiro dia da semana (Mt 28.1). Ele entrou no “descanso” das obras não em um dia de sábado (o sétimo dia), e sim no domingo (o primeiro dia da semana). Visto que Jesus entrou em seu descanso no primeiro dia da semana, Ele nos encoraja a iniciar a semana “descansando” na confiança de que Ele suprirá, com apenas seis dias de trabalho, todas as nossas necessidades para os sete dias da semana.

2. Jesus apareceu aos seus discípulos reunidos na primeiro dia da semana, bem como a Maria e aos dois discípulos na estrada de Emaús (Jo 20.10,14,19; Lc 24.13). Por meio dessas aparições, no primeiro dia da sema- na, a ressurreição do Senhor estabeleceu um padrão para as reuniões dos discípulos. Esperavam ter comunhão com Ele no dia de sua ressurreição, que é o primeiro dia da se- mana.

3. Uma semana depois, Jesus apareceu novamente aos discípulos reunidos no primeiro dia da semana, sem estar presente nessa ocasião o duvidoso Tomé (Jo 20.26). Um novo padrão de reunir-se para adorar o Senhor estava emergindo. O povo de Deus na nova aliança estava criando o hábito de reunir-se no primeiro dia da semana, o dia da ressurreição de Cristo. Jesus honrou essas reuniões, ao aparecer aos discípulos nessas ocasiões e fortalecer sua fé no Senhor ressurreto.

4. O Senhor ressuscitado derramou seu Espírito exata-mente cinqüenta dias após o sábado da páscoa dos judeus, ou seja, aparentemente, no primeiro dia da semana (At 2.1; Lv 23. 15,16). O significado da palavra “pentecostes” é “cinqüenta”, referindo-se aos cinqüentas dias após o sábado da Páscoa. Quarenta e nove dias alcançariam sete sábados ou dias de descanso, e o qüinquagésimo dia seria um domingo, o primeiro dia da semana. Desse modo, parece que o Espírito Santo foi derramado no primeiro dia da semana, quando o povo de Deus da nova aliança estava reunido para adoração. Assim esse padrão referente ao dia da adoração seria estabelecido com mais firmeza. Tanto a ressurreição de Cristo quanto o derramamento do Espírito realizaram-se no primeiro dia da semana.

5. Durante o tempo em que o apóstolo Paulo pregava o evangelho de Cristo entre judeus e gentios em todo o mundo, o primeiro dia da semana era utilizado como a ocasião em que os crentes se reuniam para adoração. Na Grécia, Paulo e Lucas reuniram-se com o povo de Deus, a fim de partirem o pão e ouvirem a pregação da Palavra de Deus, no primeiro dia da semana (At 20.7). Esse era o dia em que o povo da nova aliança se reunia para ouvir a Palavra de Deus.

6. Paulo escreveu aos crentes de Corinto para estabelecer o padrão referente às suas ofertas para o serviço do Senhor. Paulo ordenou que os crentes daquela cidade seguissem o padrão que havia sido estabelecido na Galácia (1 Co 16.1). No primeiro dia da semana, eles deveriam consagrar suas ofertas ao Senhor (1 Co 16.2). Ora, esse padrão referente ao dia de adoração se tornou comum a todos os crentes, em todas as igrejas. O primeiro dia da semana foi o tempo designado para eles apresentarem suas ofertas ao Senhor.

O Dia do Senhor

O sétimo e final assunto é este. O apóstolo João, em idade avançada e possivelmente o único sobrevivente do grupo dos primeiros apóstolos, havia sido banido para a ilha de Patmos. Nesta circunstância, ele não podia reunir-se com o povo de Deus para adoração. Mas o idoso após-tolo nos informa que achou-se, “em espírito, no dia do Senhor” (Ap 1.10). O significado desse achar-se “em espírito, no dia do Senhor” parece bastante claro. Pelo poder do Espírito Santo, ele entrara na presença do Senhor e estava oferecendo-Lhe sua adoração.

Mas o que significa a frase “dia do Senhor”? Em certo sentido, podemos dizer que cada dia da semana poderia ser chamado “dia do Senhor”. Mas o apóstolo João estava se referindo a algo mais específico. Ele não falou apenas sobre “um dia que havia sido consagrado ao Senhor”; pelo contrário, falou sobre o dia do Senhor. Por que esse dia era chamado o “dia do Senhor”? Esse é o dia que prova ao mundo que Ele é o Senhor. Nesse dia, Jesus fez o universo entender que Ele é o Senhor de tudo que existe. Foi o dia de sua ressurreição. Naquele dia, Ele venceu o último dos inimigos do pecador, a morte. No primeiro dia da semana, Ele mostrou que seu poder pode vencer todos os inimigos, até mesmo a morte. Este é “o dia do Senhor”.

Honrando a Deus

Nos dias do final da vida do apóstolo João, os crentes reconheciam que havia um dia da semana chamado “o dia do Senhor”. Naquele dia, eles celebravam a ressurreição de Cristo e o derramamento do Espírito. Aquele dia tornou-se o dia em que eles se reuniam para regozijarem-se na ressurreição de Cristo, pelo poder do Espírito Santo.

O mesmo acontece até hoje. Ainda permanece em vigor o mandamento original de honrar a Deus por separarmos um dia entre sete para adorá-Lo, visto que essa exigência fazia parte dos dez mandamentos preceituados nos padrões da lei moral de Deus para os homens. Um dia entre sete tem de ser consagrado a adoração e culto a Ele. Tanto a criação quanto a redenção comprovam que Deus precisa ser honrado dessa maneira.

Desde a criação do mundo até a vinda de Cristo, esse dia era o último da semana. Os crentes do Antigo Testamento olhavam para frente, para o descanso que o Salvador traria.

Mas Cristo já veio. Ele ressuscitou vitoriosamente sobre to- dos os seus inimigos. Essa vitória foi conquistada no primeiro dia da semana. Nesse dia, o Senhor Jesus foi ao encontro de seus discípulos, que estavam reunidos para ter comunhão com Ele.
Portanto, temos de celebrar o descanso que Ele conquistou para nós. Devemos entrar no seu descanso por oferecer-lhe nossa adoração no primeiro dia da semana. Esse é o único padrão demonstrado nas Escrituras do Novo Testamento em referência ao dia de adoração para o povo de Deus.

Autor: O. Palmer Robertson

Fonte: Editora Fiel

ALIMENTANDO AS OVELHAS OU DIVERTINDO OS BODES

Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão espiritual dificilmente deixará de perceber. Durante as últimas décadas, esse mal tem se desenvolvido em proporções anormais. Tem agido como o fermento, até que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo. A igreja abandonou a pregação ousada, como a dos puritanos; em seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades que estavam em voga no mundo, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.
Minha primeira contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela? .Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. (Mc 16.15) . isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: .E oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do evangelho., assim teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Bíblia. Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus. E mais: .Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres. (Ef 4.11). Onde aparecem nesse versículo os que providenciariam entretenimento? O Espírito Santo silenciou a respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não têm um rol de mártires.
Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e à vida de Cristo e de seus apóstolos. Qual era a atitude da igreja em relação ao mundo? .Vós sois o sal., não o .docinho., algo que o mundo desprezará. Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: .Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. (Lc 9.60). Ele estava falando com terrível seriedade!
Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram perscrutadores. Não O vejo dizendo: .Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e breve, com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira! . Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo Testamento a fim de encontrar qualquer indício de um evangelho de entretenimento. A mensagem das cartas é: .Retirai-vos, separai-vos e purificai-vos!. Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no evangelho e não utilizavam outros instrumentos. Depois que Pedro e João foram encarcerados por pregarem o evangelho, a igreja se reuniu para orar, mas não suplicaram: .Senhor, concede aos teus servos que, por meio do prudente e discriminado uso da recreação legítima, mostremos a essas pessoas quão felizes nós somos.. Eles não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram a muitos lugares pregando o evangelho. Eles .transtornaram o mundo.. Essa é a única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos.

Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos.
Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos. 

Autor: Charles Haddon Spurgeon

Fonte: Editora Fiel

A IMPORTÂNCIA DOS LIVROS PARA AS CRIANÇAS

02 Março 2010

Qual pai ou mãe não curte brincar com seus filhos? A casa onde tem criança é mais alegre, divertida e colorida. Sabemos que todo dia é tempo de dar amor, carinho e atenção para os pequenos. A Bíblia diz que eles são herança do Senhor (Salmos 127.3) e que devemos ensinar a criança o caminho que se deve andar e quando for grande não se desviará dele.(Provérbios 22.6).
Por isso, é sempre importante oferecer presentes que edificam. Livros infantis que tratam dos princípios bíblicos são excelentes. A psicóloga mestrando em educação Gabrielle Fernandes, fala sobre os benefícios que o incentivo à leitura vai trazer para as crianças. Isso vai despertar o imaginário dela, e quando isso acontecer irá aflorar várias inteligências.
Gabrielle cita ainda, o psicólogo norte- americano Howard Gardner, autor da teoria das inteligências múltiplas, que afirma que você pode através da leitura, ajudar a criança a ter uma fluência verbal maior ou ativar uma memória espacial melhor através de livros de geografia por exemplo. Não só através de livros, mas se utilizando de livros-jogos com atividades como matemática. O diferencial do pai que incentiva a criança a ler é esta possibilidade de desenvolvimento das crianças, com escolhas e principalmente desenvolver as inteligências delas, explica.
A cantora Alda Célia, casada com o pastor Robert Cavagnaro, mãe de Giovanna, Lyssa e Nickolas Robert, é a autora de Zero Naldo- Uma História de Valor. Lançado pela MK Editora, com certeza esta é uma ótima pedida para o próximo domingo. O livro conta a história de um menino chamado Zero Naldo que vivia na terra dos números e se sentia muito infeliz por ser chamado por todos de 'zero à esquerda'. O pequeno Zero Naldo e seus amigos Zero Berto e Zero Drigo viviam muito tristes por serem alvos constantes de brincadeiras e zombarias por não terem valor, mas, um dia, Zero Naldo encontrou o Senhor Único, o número 1 da terra dos números, e aí... bem, a história dos Zeros ganhou muito valor e, de zero à esquerda, eles passaram a ser 1000.
O livro é resultado da experiência de Alda Célia com seus três filhos. Para a autora, se trata do resgate de sentimentos na infância. "Ele conta a história do Zero Naldo, uma criança que vivia na cidade dos números e achava que seu nome determinava o valor que ele tinha: zero. Um dia ele sai à procura dos seus sonhos, é quando encontra o Senhor único, a partir daí tudo muda. É uma parábola que mostra o nosso valor de uma forma bem lúdica, ensinando os caminhos de Deus". Ela conta ainda que a idéia da obra nasceu quando ajudava sua filha com o dever de casa de matemática. Ao lhe explicar que o zero tinha muito valor quando colocado à direita de um outro número, Deus a inspirou a aplicar este novo conceito à valores bíblicos.
E para os pequeninos, ela deixa um recadinho todo especial. "Desejo a todas vocês crianças um dia de alegria, festa e celebração, porque o mundo se tornou um mundo melhor depois que você nasceu. Quero dizer especialmente para os meus filhos queridos que eu os amo muito e com certeza este é um momento de grandes vitórias. A partir de agora, o Senhor vai abrir um novo tempo de muita unção, alegria e regozijo sobre nossas casas e famílias. Para todas as crianças recebam o meu carinho em nome de Jesus", declarou.

Fonte: www.elnet.com.br

SERÁ QUE A TEOLOGIA É POSSÍVEL? PODE-SE ELABORAR UM DISCURSO SOBRE DEUS?

Em sentido estrito, está muito certo o que disse Karl Barth: “Só Deus pode falar sobre Deus." De modo que, em termos absolutos, há somente uma teologia infalível, perfeita, que é a teologia de Deus, a sua Palavra. Contudo, podemos elaborar um discurso atual sobre Deus.
Deus existe, tem atuado e tem falado. Quem se aproxima de Deus deve crer que ele existe (Hb 11.6). Esse Deus vivo e verdadeiro, eterno,tem agido no tempo dos homens. Ele é o criador de todas as coisas, o soberano. Todavia, apesar da sua grandeza, não deixou o ser humano, sua criatura, no abandono ou na ignorância. Pelo contrário, revelou-se tanto de forma geral como especial. Ele revelou-se em sua criação e em sua Palavra: encarnada e escrita."Há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas, mas nestes últimos dias nos falou por meio do Filho" (Hb 1.1,2). São as Escrituras que contém o registro desse falar de Deus. Seu centro é a pessoa de Jesus Cristo, o Verbo, a Palavra, o Logos de Deus (Jo 1.1,14). As Escrituras constituem o texto da teologia, porque o tema dessa ciência não é Deus em absoluto mas Deus em sua revelação. O conhecimento que conseguimos adquirir sobre Deus não será exaustivo - não podemos esgotar Deus!, mas mesmo assim, verdadeiro, porque está fundamentado em sua revelação.
A teologia é possível a partir da realidade de que o ser humano foi criado à imagem de Deus. A afirmação básica da Bíblia em relação ao ser humano é precisamente esta: o ser humano foi criado por Deus à sua imagem e semelhança. De alguma maneira, que a teologia depois tratará de definir, o ser humano é portador da imagem de Deus. É essa semelhança que permite ao ser humano escutar Deus e lhe responder com fé. Não se trata de uma fé que é um mero assentimento intelectual a certas fórmulas. Trata-se de uma fé que é uma atitude de respeito e obediência a Deus, uma disposição que envolve toda a pessoa: intelecto, emoção, sentimento, vontade. Jesus disse que, “se alguém decidir fazer a vontade de Deus,descobrirá se o meu ensino vem de Deus ou se falo por mim mesmo"(Jo 7.17). O requisito para todo conhecimento teológico autêntico é a disposição para realizar a vontade de Deus.
A teologia é possível pela ação iluminadora e didática do Espírito Santo. Assim como o Logos é o intérprete do Pai ("tornou conhecido" em Jo 1.18, no original grego, é (exegetô) indicando que Jesus Cristo é o intérprete,"faz a exegese" do Pai), o Espírito Santo é quem torna possível que conheçamos as coisas de Deus. Paulo disse que "Deus o revelou a nós por meio do Espírito. O Espírito sonda todas as coisas ,até mesmo as coisas mais profundas de Deus" (1 Co 2.10). E acrescenta:"Das coisas que Deus nos tem dado [...] também falamos,não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com palavras ensinadas pelo Espírito" (v. 12,13). Em outros termos, podemos dizer que estudamos e elaboramos teologia pela misericórdia de Deus a nós concedida pela ação do Espírito de Deus. Não há teologia se o Espírito está ausente.
Contudo, o que significa que a teologia não tem limites? Vejamos. Como toda ciência, a teologia aspira um conhecimento exato e autêntico do objeto que estuda, porém sua certeza e autenticidade não são sinônimos de infinitude nem de exaustividade, pelo contrário, ainda está em vigor a pergunta registrada em Jo 11.7: "Você pensa que pode descobrir os segredos de Deus e conhecer complemente o Todo-poderoso?" (BLH). Também devemos atentar à exclamação de Paulo em Romanos 11.33: "Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e inescrutáveis os seus caminhos!” Por mais perspicácia que tenha o teólogo, jamais conseguirá conhecer em toda a sua dimensão a eterna sabedoria de Deus. Seu conhecimento será verdadeiro porém limitado. Por outro lado, nem sempre a linguagem humana é suficiente para expressar adequadamente as verdades de Deus. Além disso, apesar de a Bíblia ser a Palavra de Deus e completa em si mesma para tudo o que precisamos saber sobre a salvação, com certeza ela não é exaustiva. Em certos assuntos sobre os quais gostaríamos de ter mais informações, ela guarda silêncio ou nos fornece dados escassos. Todavia, à parte dos limites assinalados, também podemos dizer,que assim como em outras ciências o conhecimento é incompleto, o mesmo ocorre com a teologia. A isso se junta o problema da hermenêutica que deve ser aplicada ao estudo da Bíblia. E, finalmente, falta-nos discernimento espiritual nas coisas de Deus, devido à nossa finitude e ao nosso pecado

Fonte: Informativo vigiai

MACONHA PODE “DESATIVAR” ESPERMA

01 Março 2010

Estudo afirma que espermatozóides perdem a força quando são ativados precocemente.

Um estudo da Universidade da Califórnia acaba de mostrar os efeitos de um anticoncepcional inusitado: a maconha. Com um olhar mais a fundo sobre o funcionamento dos espermatozóides, os pesquisadores chegaram à conclusão de que a droga contêm um princípio ativo capaz de “gastar a bateria” dos espermatozóides antes da hora.

Os espermatozóides permanecem imóveis na maior parte do tempo em que estão no corpo dos homens. O movimento só começa quando ele está a caminho do corpo da mulher e sua “bateria” dura apenas o tempo suficiente para atingir o óvulo feminino.

Se os espermatozóides forem ativados em algum momento antes do necessário, eles não têm energia suficiente para chegar ao óvulo e perdem a chance de fecundação. E a maconha, assim como uma substância do canal reprodutor masculino e feminino, o encocabinóide, tem o poder de fazer essa ativação, de acordo com a pesquisa.

Um dos responsáveis pelo estudo, Yuriy Kirichok, compara os espermatozóides a balões cheios de ar. Assim como bexigas, os espermatozóides estão "inflados", com partículas com carga positiva - os prótons - em vez de ar. Quando liberamos todos estes prótons de uma vez, o espermatozóide se move. É como se estivéssemos abrindo um canal para que o ar escapasse do balão. Isso acontece porque, a carga do lado de fora de onde está o esperma é negativa e atraí os prótons que estão dentro dos espermatozóides, de carga positiva. “Nós identificamos a molécula que permite que isso aconteça", diz o pesquisador.

A maconha e os endocanabinóides, dizem os pesquisadores, abrem o caminho para essa reação ocorrer, e o "ar" sair do esperma. Com a ativação antes do tempo, quando chega a hora de correr para o corpo da mulher, já não há potência para alcançar o óvulo.

O estudo, por enquanto, trabalha em cima de hipóteses. Nenhum teste prático com consumidores de maconha foi feito para comprovar se o efeito, de fato, é significativo.

Fonte: Redação Galileu

PESQUISA DO IBGE REVELA INÍCIO PRECOSE DOS JOVENS COM DROGAS

O IBGE detectou que 24,2% de jovens pesquisados já experimentaram o cigarro alguma vez na vida e 6,3% o consumiram alguma vez nos 30 dias anteriores à pesquisa. O consumo de bebida alcoólica era mais disseminado do que o fumo: 71,4% já haviam experimentado álcool alguma vez, sendo que 27,3% disseram ter consumido no mês anterior à pesquisa. Quase 20% declararam ter obtido a bebida em supermercados ou bares e 12,6 % deles na própria casa.
Já haviam se embriagado 22,1% dos escolares. A Pense verificou, ainda, que 8,7% dos estudantes já usaram alguma droga ilícita . A Pesquisa mostra, também, que já tiveram relação sexual 30,5% dos estudantes, sendo 43,7% adolescentes do sexo masculino e 18,7% do sexo feminino. Embora a maioria (87,5% dos alunos da rede pública e 89,4% da rede privada) tivesse informações sobre AIDS ou outras doenças sexualmente transmissíveis, 24,1% dos estudantes não havia usado preser-vativo na última relação sexual.
Os dados sobre violência mostram que quase um terço dos alunos (30,8%) respondeu ter sofrido bullying alguma vez, cuja ocorrência foi verificada em maior proporção entre os alunos de escolas privadas (35,9%) do que entre os de escolas públicas (29,5%). Nos 30 dias anteriores à pesquisa, 12,9% dos estudantes se envolveram em alguma briga com agressão física, chegando a 17,5% entre os meninos e 8,9% entre as meninas, inclusive com o uso de armas brancas (6,1% dos estudantes) ou arma de fogo, declarado por 4% deles.
Viviam na companhia do pai e da mãe 58,3% dos estudantes, sendo que 31,9% moravam apenas com a mãe, 4,6% somente com o pai e 5,2% sem a presença da mãe e nem do pai. Quase 10% dos alunos declararam ter sofrido agressão por algum adulto da família.
71,4% dos jovens responde-ram ter experimentado bebida alcoólica. O percentual variou de 55,1% em Macapá a 80,7% em Curitiba. A maior freqüência de experimentação de bebida alcoólica ocorreu no sexo feminino (73,1%), mesmo que a proporção entre os do sexo masculino também fosse elevada (69,5%). A proporção também era maior entre os alunos das escolas privadas (75,7%), na comparação com os das escolas públicas (70,3%).
Pense verificou que 8,7% dos escolares já usaram alguma droga ilícita.
A Pense verificou que 8,7% dos escolares já usaram alguma droga como maconha, cocaína, crack, cola, loló, lança perfume e ecstasy. O maior percentual foi encontrado em Curitiba (13,2%), e o menor em Macapá (5,3%). Os homens foram mais freqüentes no uso de drogas ilícitas (10,6%) que as mulheres (6,9%).

Autor: Editoria Cidades

Fonte: Diário do Amapá