O MELHOR AMIGO

27 Novembro 2009

"Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer" (João 15:15).

Uma Editora britânica ofereceu, certa vez, um prêmio para a melhor definição para "amigo". Entre as milhares de
respostas recebidas, estavam as seguintes: "Alguém que multiplica as alegrias, divide as aflições e cuja honestidade é inviolável". "Alguém que entende o nosso silêncio". "Um relógio que marca as horas corretamente e que jamais pára". A definição premiada dizia: "Um amigo é a pessoa que entra quando todo mundo já saiu."
Muitas vezes nos sentimos desanimados e sós. Procuramos alguém para conversar, para nos distrair, para dividir
nossas ansiedades e frustrações e... quase sempre não encontramos. Percebemos, então, que os amigos são poucos e difíceis de encontrar.
Há pessoas que passam por nossas vidas e nos parecem verdadeiros amigos. Estão ao nosso lado no jogo de futebol, no bar para a cerveja do final de semana, nos passeios à praia e ao clube, e muitos outros lugares semelhantes a esses. Achamos que podemos contar com eles a qualquer momento. Será mesmo verdade? Concluímos que não quando enfrentamos a primeira crise ou quando não temos mais dinheiro para as baladas.
Mas há um amigo que está ao nosso lado a todo instante e que jamais nos abandona. Se estamos felizes, Ele está sorrindo ao nosso lado. Se estamos tristes, Ele nos consola e nos anima. Se vivemos momentos de grande fartura e regozijo, Ele nos parabeniza pelo êxito e nos sugere estender as mãos para os que não têm a mesma bênção. Se enfrentamos lutas e necessidades, Ele opera milagres para que nada nos falte, tocando nos corações dos mais indiferentes para que venham nos ajudar. Ele está ao nosso lado e sempre estará, mesmo que não lhe estendamos as mãos ou lhe demos a importância que Ele tem. Ele não é apenas um amigo, mas "o Amigo", o melhor Amigo.

Enviado por: Paulo Barbosa

OS PROFICIONAIS E A COCAÍNA

Alerta é de médicos envolvidos no tratamento de profissionais que abusam das drogas.


O uso de cocaína continua sendo algo comum entre os trabalhadores da City de Londres, apesar da alta do desemprego e da redução dos salários após o encolhimento do crédito. O alerta é de médicos envolvidos no tratamento de profissionais que abusam das drogas.
Neil Brenner, diretor-médico do hospital psiquiátrico de Priory, em Londres, disse ao "Financial Times" que o número de funcionários de bancos que estão recorrendo a ele em busca de tratamento aumentou significativamente nos últimos três anos. Isso está acontecendo mesmo quando se leva em conta a grande queda na renda desses profissionais registrada depois do estouro da crise financeira em 2008. "Esse é um problema real da City", diz Brenner.
Dr. Brenner disse a membros do Parlamento britânico que fazem parte do comitê de assuntos domésticos, que os profissionais do setor de serviços financeiros têm uma probabilidade maior de ter problemas com a cocaína do que os de outros segmentos da sociedade. "Eles frequentemente trabalham sob grande pressão e sempre começam a usar a droga não como um sistema de recompensa, e sim como uma maneira de continuar seguindo em frente", afirmou.
Números recentes do Ministério do Interior mostram que os britânicos são os maiores consumidores do cocaína da Europa. Segundo os dados, 1 milhão de pessoas usaram a droga no último ano. Cerca de 12.000 pessoas estão recebendo tratamento contra o uso da cocaína em pó.
O problema da cocaína, segundo Dr. Brenner afeta todos os escalões da indústria de serviços financeiros "do presidente ao officeboy". Nick Barton, diretor-presidente da Action on Addiction, instituição sem fins lucrativos que administra centros de tratamento de viciados, concorda que não vem registrando "nenhum tipo de queda" no número de usuários de cocaína na City de Londres . "Esse problema persiste", acrescenta ele.
A crise financeira pode ter aumentado as pressões sobre os funcionários dos bancos, o que os levou a usar a droga com a intenção de aumentar a produtividade, diz Barton. "Se as pessoas precisam trabalhar muito, a cocaína pode se tornar uma ferramenta que ajuda a realizar mais tarefas". Mas especialistas em medicina também afirmam que o abuso de álcool continua sendo um problema muito maior entre as profissões do que qualquer outra substância.


Fonte: UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas - Valor Econômico

ATÉ O TRÁFICO REJEITA O CRACK

Traficantes começam a resistir à venda da droga devastadora no Rio Grande do Sul.


Temendo perder espaço no mercado das drogas, traficantes gaúchos até então dedicados à venda exclusiva de crack voltaram a oferecer cocaína em suas bocas de fumo. Para especialistas e autoridades policiais, o movimento pode ser entendido como um recuo estratégico, pois a pedra começa a se tornar um negócio ruim até para quem a vende. É o primeiro revés do crack no Estado. Pequeno, mas simbólico.
Mas por que os traficantes estariam investindo novamente na venda de uma droga cara e com público restrito? E o que leva médicos, policiais e sociólogos a acreditarem que o retorno do pó representa uma desventura para a pedra maldita?
Visível a partir do aumento abrupto de apreensões de cocaína no Estado em junho deste ano, o fenômeno pode ser reflexo da deterioração da relação entre traficantes e comunidade. Indignados com a perturbação causada pelo crack na periferia, moradores estão ajudando a polícia a fechar bocas. Por trás da diversificação dos negócios pode estar o desejo dos criminosos de diminuir sua dependência econômica dos craqueiros, que tanto incomodam.

– De olho no ganho imediato, traficantes liberaram o crack no passado. Agora, dependem financeiramente dele, apesar dos problemas que causa. O que pode estar ocorrendo aí no Sul é uma tentativa de quebrar essa corrente – avalia o professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e psiquiatra Jairo Werner, que estuda as drogas nos morros cariocas.
A quantidade de cocaína encontrada com criminosos cresceu entre maio e junho – sendo superior a quatro vezes a média dos primeiros cinco meses de 2009.
Cocaína voltou a ser ofertada
Conforme dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP), em julho, agosto e setembro as apreensões seguiram em alta. A quantidade de cocaína apreendida em 2009 já é semelhante à de crack, algo que não aconteceu nos anos anteriores.

– É comum encontrar petecas de cocaína em pontos de tráfico, mas os números revelam que a quantidade está aumentando – afirma o subcomandante-geral da Brigada Militar, coronel Jones Calixtrato.
Para o diretor do Departamento Estadual do Narcotráfico (Denarc), delegado João Bancolini, alguns traficantes estão oferecendo cocaína aos novos clientes.

– O crack parece estar ali para atender quem já é usuário – ressalta o delegado.
A opção pela cocaína pode ser reflexo da repulsa de usuários de drogas mais leves ao crack, destrutivo e que vicia na primeira dose. Campanhas educativas teriam contribuído para essa rejeição.

– Notamos que traficantes no entorno de escolas voltaram a ofertar cocaína, talvez porque a imagem do usuário de crack seja de chinelo ou doente – diz Bancolini.
O retorno com força da cocaína nas bocas de fumo gaúchas, no entanto, não pode ser encarado como uma vitória sobre o crack. A versão em pó da cocaína é prejudicial à saúde, assim como as pedras fumadas em cachimbos improvisados.

– O crack é devastador, mas a cocaína causa danos à saúde e leva à degradação social a prazo mais longo – explica o psiquiatra Sergio de Paula Ramos, do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Estudos sobre o Álcool e outras Drogas.
Para o especialista, a tendência não deve ser comemorada, mas é um fenômeno que pode indicar que as campanhas educacionais estão dando resultado. Na sua visão, uma premissa elementar da economia de mercado – a lei da oferta e da procura – pode estar regendo o movimento dos traficantes.

– As campanhas na imprensa contra o crack permitiram aos jovens conhecer claramente os efeitos da pedra. Alguns ficam com medo – descreve.
O diretor-geral do Hospital Psiquiátrico São Pedro, Luiz Carlos Coronel, explica que a cocaína é danosa ao sistema cardiorrespiratório, além de destruir a mucosa e cartilagem do nariz. Não raro, leva à morte.

– A diferença é que o usuário de cocaína consegue levar uma vida aparentemente normal por mais tempo. Quem fuma crack logo para no hospital ou na delegacia. A vida social acaba, e a morte passa a ser uma questão de curto prazo – avalia.

 
Autor:Francisco Amorim, Zero Hora
Fonte:UNIAD - Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas

RÁ-TIM-BUM, VERDADE OU MITO ?

25 Novembro 2009

 

RATIMBUM

É uma palavra mágica usada pelos magos pérsias na Idade Média. Em rituais satânicos, elas eram pronunciadas assim e ao contrário fazendo o mestres dos magos surgir das cinzas e realizar os desejos de quem os proclamou.
Por muito tempo cantamos inocentemente um "parabéns" pra alguém que está aniversariando. Mas até aqui tudo bem.
O que muitos não sabem é que depois da música vem um tal de ratimbum
(isso significa: eu amaldiçôo você) muitos não sabem, mas os demônios se divertem em muitas festas até cristãs.
Esse ratimbum é pronunciado até para os pastores e devemos tomar cuidado porque é essa mesma a finalidade do maligno.
Muitos não sabem porque acontecem tantas coisas misteriosas depois de uma simples festa de aniversário.
Deixo aqui o meu alerta a todos os que lêem essa mensagem porque a obra do maligno é essa: festejar a ruína do homem.
Existiu até certo tempo um programa infantil numa determinada emissora de TV (castelo ratimbum) que significa "castelo da maldição".
Como podemos cantar felicitando uma pessoa e depois amaldiçoá-la? Irmãos tomemos muito cuidado. Passem isso adiante.
Que Deus nos guarde!
Detalhe que depois de dizer ratimbum, se pronúncia o nome do aniversariante várias vezes...
Vamos nos atentar para isso irmãos.


Pesquisa
Conforme uma pesquisa, não há nada que comprove esta teoria do RÁ-TIM-BUM significar maldição, lembrando que os textos que fazem referência a esse fato carecem de informações básicas tais como: livro extraído, data de publicação, não sendo assim, de fonte confiável.
E se essa é uma palavra de encantamento dos Druidas Celtas porque só existe no Brasil?
Segundo o Dicionário Etimológico Nova Fronteira da Língua Portuguesa, a palavra RATIMBUM é uma onomatopéia, é a imitação de um som. Neste caso o som emitido por uma bandinha de circo ou uma fanfarra quando quer chamar a atenção sobre uma finalização de uma apresentação. A caixa faz TARARÁ!, os pratos fazem TIM!, e o bumbo faz BUM! - TARARÁ TIM BUM, para tornar a palavra mais curta e fácil de falar elipsaram o TARA... e ficou só o RÁ, RA-TIM-BUM, com três sílabas de bom efeito sonoro.
Conforme pesquisa publicada na revista da FAPESP "é pique, é pique, é hora, é hora, é hora, rá-tim-bum", um bordão, incorporado no Brasil ao Parabéns a você, é uma colagem de bordões dos pândegos estudantes das Arcadas da década de 1930.
"É pique, é pique" era uma saudação ao estudante Ubirajara Martins, conhecido como "pic-pic" porque vivia com uma tesourinha aparando a barba e o bigode pontiagudo."
"É hora, é hora" era um grito de guerra de botequim. Nos bares, os estudantes eram obrigados a aguardar meia hora por uma nova rodada de cerveja – era o tempo necessário para a bebida refrigerar em barras de gelo. Quando dava o tempo, eles gritavam: "É meia hora, é hora, é hora, é hora" .
"Rá-tim-bum", por incrível que pareça, refere-se a um rajá indiano chamado Timbum, ou coisa parecida, que visitou a faculdade – e cativou os estudantes com a sonoridade de seu nome. O amontoado de bordões ecoava nas mesas do restaurante Ponto Chic, com um formato um pouco diferente do que se conhece hoje:"
"Pic-pic, pic-pic; meia hora, é hora, é hora, é hora; rá,já, tim, bum".
Como isso foi parar no Parabéns a você?
"Os estudantes costumavam ser convidados a animar e prestigiar festas de aniversário. E desfiavam seus hinos", conta o atual diretor da faculdade, Eduardo Marchi, de 44 anos, que relembrou a curiosidade em seu discurso de posse, dois anos atrás."


Fonte: http://www.revistapesquisa.fapesp.br/Suplemento_USP_70_anos.pdf , páginas 56 e 57

IGREJAS CHEIAS DE PESSOAS VAZIAS

24 Novembro 2009

Embora muitas igrejas estejam cheias, inumeras pessoas ali parecem continuar vazias de sentido de viver
Recentemente, ouvi o pastor Carlos Alberto Bezerra, dirigente da Comunidade da Graça, falar que há muitas igrejas cheias de pessoas vazias. Uma frase de forte impacto e com muita razão. Ele falava de igrejas que não vivem o sadio Evangelho.
Tenho observado que há mesmo muitas igrejas cheias – considerando aqui igreja como o espaço nobre da vivência do sagrado. É claro que Jesus não morreu pelo espaço e pelos objetos que estão nesse espaço. Mas tenho também observado que, embora muitas igrejas estejam cheias, inúmeras pessoas ali parecem continuar vazias de sentido no viver. Em vez de entregarem não só a alma para Jesus, ainda não lhe entregaram tudo o que têm (negando-se a si mesmas, conforme Lucas 9.23). Antes, estão buscando um Deus de avental, pronto a servi-las com todas as benesses celestiais e principalmente materiais.
São pessoas que não estão dispostas a buscar o arrependimento, o perdão, o abandono de uma vida egoísta e consumista dos bens e riquezas, que foram mal nos negócios, no emprego, que não souberam planejar sua vida e recursos e agora estão na pior. Então, buscam o Deus-panacéia, o Deus-resolve-tudo, tipo um consertador, uma espécie de “clínico geral”.
Muitos líderes e igrejas são oportunistas, pois o mundo, estando cheio de pessoas com esse perfil, fornece os clientes potenciais para rechear o caixa da igreja e seus bolsos. Por meio da pregação de um evangelho antropocêntrico, despido da verdade bíblica, transformam Deus em mercadoria de bom preço. Estão dispostos a pôr o Senhor para trabalhar para você a um custo inicialmente baixo, mas, se feito um balanço, o custo será alto, não apenas financeiro, mas também quanto ao que de mais importante existe na vida – a perda de seu significado.
Outro dia, recebi um e-mail de uma pessoa que freqüenta uma igreja assim, ela estava desiludida, pois já havia gastado tudo o que tinha e nada conseguiu resolver de sua vida. Caiu no conto do “vigário”, desculpem-me, no conto do “pastor”!
A realidade é que as pessoas estão vazias não porque estejam desempregadas, com saldo devedor, com enfermidades, com a perda de um ente querido. Estão vazias porque o buraco dentro de suas vidas é do tamanho exato de Deus, o vazio é a perda de sentido na vida, de objetivo em viver.
Jesus disse “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10.10). Não é porque você entregou a vida a Jesus, que adquiriu a imunidade a vírus, bactérias, morte, perda de emprego, etc. Como nova criatura, você vive, não mais você, mas Cristo vive em você (Gl 2.20), ele é quem vai dar significado à sua vida, a visão de mundo agora é outra, os bens são meros acessórios, muitos deles dispensáveis, você vai buscar um estilo simples de viver, por isso é possível dizer “Em tudo dai graças” (1Ts 5.18). Uma vida grata é uma vida cheia de sentido.
Lourenço Stelio Rega
é teologo, educador e escritor.

AS DUAS FILHAS DA SANGUESSUGA

18 Novembro 2009

sanguessugas1 cópia  “A sanguessuga tem duas filhas, a saber: Dá, Dá. Há três coisas que nunca se fartam, sim, quatro que não dizem: basta!” Provérbios 29:15.

Atrevamo-nos a descobrir quem são essas duas filhas da sanguessuga. Provérbios são palavras de sabedoria, e importa que saibamos que o Espírito de Deus não fala palavras inutilmente. As palavras que ressoam nesse penúltimo capítulo, são de terríveis advertências. Se prestarmos atenção veremos que o cap. 30 traz as lições em seis blocos. Cada bloco é encerrado com uma aplicação prática para o viver. O espaço aqui é pouco para explanar a tão preciosa e oportuna lição para nosso viver vista nesse final do livro de Provérbios.

Para que descubramos as duas filhas da sanguessuga, importa que saibamos em que bloco esse assunto está contido. Aparece no segundo bloco que tem início no verso 11. Este bloco é assustador, porquanto mostra a GERAÇÃO DOS ORGULHOSOS. É mostrada de quatro maneiras. A primeira: “Os filhos desobedientes” (verso 11). A segunda aparece como um efeito da primeira: “Os religiosamente enganados” (verso 12). A terceira aparece como efeito da segunda: “Os desafiadores de Deus” (verso 13). E a última revela o pior, justamente como efeito da terceira: “Os praticantes da perversidade” (verso 14).

Como advertência para a GERAÇÃO ORGULHOSA vista nesse bloco, é importante que vejamos o que aparece nos versos 15 a 17. O Espírito de Deus usa 4 ilustrações conhecidas no verso 16 para mostrar as duas filhas da Sanguessuga. As duas filhas da sanguessuga: Dá, Dá, sempre querem mais. A GERAÇÃO ORGULHOSA sempre está querendo mais. 1. É como a sepultura que quer mais e nada dá em troca; 2. É como a madre estéril que sempre quer mais e nada tem para dar de retorno. 3. É como a terra que bebe água constantemente e sempre quer mais. 4. É como o fogo que vai lambendo tudo pela frente causando destruição.

Onde aparecem as duas filhas da sanguessuga? Elas aparecem para mostrar à GERAÇÃO ORGULHOSA que o juízo de Deus virá eternamente, e com sofrimento eterno. A morte é a sanguessuga. Ela não escolhe idade, ela trabalha a todo vapor para satisfazer as duas filhas Dá, Dá. Quem são elas? A primeira, o inferno. A palavra “sepultura” do verso 16 na linguagem hebraica normalmente refere-se ao lugar para onde vão as almas de homens e mulheres que persistem em viver no pecado. Em Provérbios é dito que o inferno nunca diz “basta”. A segunda filha da sanguessuga aparece logo no final do verso 16, o fogo.

Meu amigo, você pertence a GERAÇÃO DOS ORGULHOSOS? Você segue o caminho da rebelião contra Deus e contra Sua Santa Palavra conforme mostra o bloco da GERAÇÃO DOS ORGULHOSOS? É bom que saiba que as duas filhas da sanguessuga estão aguardando o seu sangue. A morte porá um ponto final na fútil existência terrena para lançar o pecador impenitente às mandíbulas da terrível sepultura eterna e para as chamas do fogo que nunca se apagará.

Qual a solução para o pecador? O Salvador Bendito. Para o homem arrependido que for a Ele, Ele afirma que jamais o lançará fora (João 6:37).

Enviado por: Pr. Sena

EXULTANDO DE ALEGRIA

17 Novembro 2009

"Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o
meu espírito exulta em Deus meu Salvador"
(Lucas 1:46, 47).


O Exército da Salvação promoveu vários encontros em Birmningham, Inglaterra. Em uma dessas reuniões, um dos piores homens do lugar abriu o coração para Jesus, mostrando logo os frutos de uma vida transformada. Não demorou muito e seus velhos amigos, companheiros do mal, começaram a escarnecer dele. Um dia, o homem foi cercado pelos amigos e houve a seguinte conversa: "Você diz que agora é um cristão, certo? Então nos diga quem era o pai de Jesus Cristo?" "Eu não sei". "Quem era Sua mãe?" "Eu não sei". "Quando Ele viveu?" "Eu não sei". "Quantos anos Ele tinha quando morreu?" "Eu não sei". "Como Ele morreu ?" "eu não sei". "Bem, você é um belo cristão; você não sabe quem era o pai de Jesus, ou quem era sua mãe, ou quando Ele viveu, ou quando Ele morreu,ou como Ele morreu. O que você sabe?" Então, o inculto mas, genuíno homem cristão, ergueu sua cabeça e, olhando no rosto daqueles que o insultavam, respondeu: "eu sei que Ele me salvou."


Como é maravilhoso podermos dizer: "Ele me salvou". O nosso amado Senhor dos senhores, Rei dos reis, Leão da tribo de Judá, Príncipe da paz, Deus Todo Poderoso... Ele nos amou e pagou o preço de nosso pecado. Ele nos deu nova vida, nos deu perdão, nos deu uma nova razão de viver. Seu amor excede todo entendimento, Suas misericórdias duram para sempre, Sua fidelidade jamais deixará de existir.


Sabemos que Ele tirou o ódio de nossos corações e colocou ali a plenitude de Seu amor. Sabemos que Ele tirou toda a angústia e aflição de nossas almas e colocou no lugar a esperança que jamais será abalada. Sabemos que Ele tirou o "eu não posso" e colocou o "Tudo é possível ao que crê".
Aquele homem, na Inglaterra, sabia o que era mais importante para sua vida naquele momento. Maria, a mãe do Senhor, também sabia. Nós, que hoje abrimos o coração para o Senhor, também sabemos -- Jesus Cristo é o nosso Salvador. Glórias sejam dadas ao Seu nome.

Enviado por: Paulo Barbosa

DEPRAVAÇÃO TOTAL

05 Novembro 2009

image “Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe” Salmo 51:5

É tremenda a hostilidade dos homens contra a doutrina da depravação total. Os homens amam a lisonja espiritual e adoram ouvir que eles são descendentes da pureza da santidade e que estão cheios de justiça. Ficam rangendo os dentes quando ouvem a Bíblia denunciando sua origem na miséria do pecado. Não podem tolerar um João Batista chamando-os de “raça de víboras” (Mateus 3:7), nem tampouco um Jesus afirmando serem eles “filhos do diabo” (João 8:44). Não toleram a verdade bíblica porque a Palavra Viva denuncia a origem do homem em sua queda e expulsão do Éden e aponta seu destino para o fogo eterno.

O salmista confessou sua triste situação no pecado quando caíu no adultério e cometeu assassinato (2 Samuel 11). Foi depois que bebeu o amargo fel do desgosto da ira divina que aquele homem soube a respeito do que verdadeiramente significa o pecado no íntimo. O Salmo 51 é o homem chegando perante a face Santa e Justa do Grande Deus e ali expondo perante o Trono de Misericórdia o que ele realmente é. Não foi uma desculpa do salmista; não foi uma tentativa de se justificar pelos seus horrendos atos cometidos; não foi uma transferência de sua culpa para sua mãe. Foi uma genuína confissão.

Na confissão de Davi vemos o homem como ele exatamente é. Não há disfarce ali; não há lugar para hipocrisia. A verdade vista por Deus em seu íntimo ficou escancarada perante sua face de terror, de tal maneira que a única solução foi clamar pedindo misericórdia diante do Trono de Misericórdia.

Diante da face compassiva do Senhor, o salmista confessa sua situação no pecado. Ele está acordado para o fato que entrou neste mundo já pronto e quentinho para cometer iniqüidade: “Eu nasci na iniqüidade...”. Quando nasceu, debaixo de sua língua infantil já tinha veneno de víbora e estava pronto para blasfemar contra Deus e atacar seu próximo. O adultério e assassinato estavam no recôndito do coração como lobos prontos para o ataque na ocasião própria.

O salmista está tomado pela realidade do pecado, de tal maneira que ele vai ainda mais profundo mostrando a causa de tudo isso: “... Em pecado me concebeu minha mãe”. Fora gerado no pecado; veio de um Adão pecador; sua mãe ficou grávida de um pecador e não de um santo; de um impuro e injusto. Davi ficou sabendo do que ele realmente era, e que toda bênção do seu viver até aquele momento foi a atuação da graça de Deus.

A doutrina da depravação total mostra o que somos por nascimento: “Eu nasci na iniqüidade...” e a nossa origem: “...em pecado me concebeu minha mãe”. Precisamos saber dessas coisas e o mundo perdido precisa ouvir a respeito dessa verdade que é tão salutar para as almas conhecer a suficiência da Graça de Deus.

Enviado por: Pr. Sena

OS EFEITOS DO CRACK NO ORGANISMO DO USUÁRIO

Uma droga de rápida absorção, prazer efêmero e devastadora para o organismo. Forma menos pura da cocaína, o crack causa danos ainda maiores ao corpo humano pela velocidade e potência com que seus componentes chegam ao pulmão e ao cérebro. Hipertensão, problemas cardíacos, acidente vascular cerebral (AVC) e enfisema são alguns dos efeitos do seu consumo. Apesar de todos esses males, a violência e o vírus HIV ainda são apontados como as principais causas de morte dos usuários de crack.
O psiquiatra Fernando Madalena Volpe - que fez um estudo sobre a relação entre a vasculite cerebral e o uso de cocaína e crack - explica que o crack provoca uma má circulação aguda, o que deixa os usuários mais suscetíveis a problemas que podem acometer órgãos nobres, como o cérebro e o coração. Ele ressalta, no entanto, que o risco de o usuário ter tais disfunções ocorre independentemente da dose consumida:
"No senso comum, diz-se que todo mundo que morre após consumir drogas foi por overdose, o que transmite a mensagem de que apenas se usar demais é que se pode morrer por causa da droga. Isto é um mito, pois mesmo com doses usuais, um indivíduo pode sofrer infartos cerebrais ou cardíacos. Até mesmo na primeira cheirada ou pipada.", Conta.
Segundo Volpe, o AVC pode acontecer até mesmo depois de o usuário ter parado de usar a droga por um tempo, pois ele pode ter desenvolvido uma inflamação crônica das pequenas artérias, chamada de vasculite.
O pulmão é outro órgão seriamente atingido pelas substâncias do crack. O psiquiatra Jairo Werner, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e coordenador do Grupo Transdisciplinar de Estudo e Tratamento de Alcoolismo e outras Dependências da Universidade Federal Fluminense (UFF), explica que a fumaça do crack gera lesões nos pulmões que causam problemas respiratórios agudos, tosse e dores no peito:
"Tive um paciente que, com 15 anos, já tinha enfisema pulmar. Como o crack é fumado, provoca muitas alterações no pulmão, e em seis meses de uso, já pode ter o enfisema", afirmou Jairo Werner.
De acordo com o psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), Carlos Salgado, uma vez aquecida, a pedra de crack facilmente libera o principio ativo da droga. O usuário então aspira uma pequena quantidade de fumaça quente, que chega aos pulmões em alta temperatura.
"O usuário queima a boca, os dedos, as vias aéreas e o pulmão. Em alguns casos, chegam a ser feitas feridas, úlceras junto ao lábio pela alta temperatura do cachimbo ou da latinha", explica Salgado.
Violência é a principal causa de morte entre usuários de crack
O emagrecimento repentino também é um dos efeitos do crack porque o organismo passa a funcionar em função da droga, e o dependente mal come ou dorme. Assim, os casos de desnutrição são comuns. Werner relata que já teve pacientes que perderam entre dez a 30 quilos em uma semana:
"A pessoa fica virada e só para por exaustão. O uso do crack altera o centro da fome: há uma hiperdosagem de neurotransmissores, e a pessoa não sente necessidade de outras coisas. ", Comenta.
Apesar do efeito devastador que o crack causa no organismo, a violência ainda é a principal causa de morte entre os usuários da droga. Uma pesquisa realizada na década de 90 com pacientes que se internaram em um serviço de desintoxicação, em São Paulo, mostrou que, após cinco anos, 56,6% das mortes por crack foram homicídios. O segundo maior fator foi o vírus HIV, que causou 26,1% dos óbitos. Menos de 10% dos pacientes morreram de overdose.
"A morte por violência é a mais comum. Mas, é preciso que o Sistema Único de Saúde (SUS) passe a fazer exames toxicológicos para que os números reais apareçam e possam gerar estudos. Nos prontos-socorros, você não sabe porque a pessoa está tendo um AVC. Não tem protocolo para se identificar o usuário de droga", ressalta Werner.
Embora uma overdose ou o uso contínuo de crack não necessariamente mate, pode deixar sequelas que vão desde problemas neurológicos, cefaleias, alterações na marcha e até distúrbios na fala.
"É preciso que a rede de saúde se programe para ter tratamento não só para a dependência, mas para as sequelas" afirma Werner.


UNIAD Fonte:Redação Portal Universo