DEIXANDO O MUNDO DO LADO DE FORA

29 Abril 2009

"Chegai-vos para Deus, e ele se chegará para vós. Limpai as mãos, pecadores; e, vós de espírito vacilante, purificai os corações" (Tiago 4:8).

"Não é o navio na água mas a água no navio que o afunda. Da mesma forma, não é o Cristão no mundo mas o mundo no cristão que constitui o perigo. Qualquer coisa que ofusca a minha visão do Senhor Jesus, ou afasta-me do prazer de estudar a Bíblia, ou paralisa minha vida de oração, ou dificulta o meu trabalho cristão, está errado para mim e eu devo rejeitá-la." (J. Wilbur Chapman).

Que lugar tem ocupado o mundo em nossa vida? O lado externo ou interno? Temos, como cristãos, repelido todas as armadilhas que o mundo oferece, por mais brilhantes e sedutoras que sejam? Temos compreendido que o nosso testemunho precisa glorificar, em todos os aspectos, o nome do Senhor?

Muitas vezes cedemos às tentações crendo que o nosso "pecadinho" não terá nenhuma influência em nossa vida espiritual. Cremos dessa forma e estamos completamente enganados. Um grande afastamento de Deus começa por um pequeno passo a poucos centímetros dEle! E quanto mais longe estamos do Senhor, mais difícil se torna o regresso à Sua presença onde existe amor, carinho e todas as bênçãos de que necessitamos para uma vida abundante, feliz e eterna. Quando um navio começa a afundar? Quando tem alguns centímetros de água em seu interior. Quando um cristão começa a afundar espiritualmente? Quando um pequeno pecado se instala em seu coração. Se o comandante obtém sucesso em deter a entrada de água logo no início, o navio se salva. Se o cristão rejeita o pecado logo que ele tenta encontrar espaço em sua vida, a porta é fechada e ele segue firme glorificando e engrandecendo o nome do Senhor Jesus.

Enviado por Paulo Roberto

VERDADEIRAMENTE VALOROSOS

24 Abril 2009

"... homens de valor, aqueles cujo coração Deus tocara" (1 Samuel 10:26).


O que importa não é "Como ele morreu?" mas "Como ele viveu?" Não é "O que ele ganhou?" mas "O que ele deu?" Estes são os méritos verdadeiros. Para se medir o valor de um homem como um homem, não é importante a sua descendência ou a posição que ocupa na sociedade. O importante é "Tem ele um coração?" e "está à disposição de Deus?"
Como temos vivido neste mundo tão difícil e complicado? O que temos feito? O que as pessoas vêem em nossas atitudes?
Qual tem sido o nosso valor?
Às vezes julgamos que somos bem sucedidos porque temos muito dinheiro, ou porque moramos em uma bela casa, ou porque dirigimos um carro de luxo. Quantas pessoas sem caráter, sem escrúpulos, indiferentes a Deus, têm o mesmo ou até mais? Será que são os bens materiais que caracterizam uma vida de sucesso? Muitos, por trás de toda aquela prosperidade, escondem uma vida de amargura e grande tristeza.
O dinheiro trás conforto? É claro que sim. O dinheiro trás a felicidade que buscamos? Nem sempre. A verdadeira alegria
está presente naqueles que têm o Senhor Jesus no coração -- quer tenham dinheiro ou não.
Quantas vezes já nos vimos dizendo: "Admiro o Fulano, porque mesmo sendo bem humilde está sempre sorridente e tem uma família maravilhosa!" E também já experimentamos situações em que exclamamos: "Pobre do senhor Beltrano. Tem tudo para ser feliz, mas nem ele e nem a família demonstram qualquer tipo de alegria!"
Que o nosso coração esteja sempre aberto aos ensinos de nosso Deus. Quando aprendemos a amar, a nos importar com os
nossos amigos, a estender a mão para aqueles que são mais necessitados do que nós, então seremos contados pelo Senhor como pessoas de grandes méritos e de muito valor e todos dirão ao passarem por nós: "Aí está uma pessoa
verdadeiramente feliz".

Enviado por Paulo Roberto.

PAZ E CULTURA DE PAZ

22 Abril 2009

Não se pode reduzir o termo "SHALOM" apenas a um sentido restrito de paz interior, individual ou uma libertação de qualquer dificuldade que o indivíduo enfrente. Paz como "SHALOM" vai além deste entendimento e tem a haver com o próximo, com o público, com as fronteiras sendo tranpostas, aquilo que sentimos com relação a paz deve ser sentido no contexto público.

A Igreja precisa sair da paz privada e promover a paz pública; a Igreja tem uma missão que é a missão de promover a paz e a cultura de paz. Esta promoção jamais será possível fora de Jesus Cristo; pois Ele é o principe da paz e é o único que em todos os sentidos pode trazer verdadeira paz à uma população atolada até a cabeça na injustiça que lhe é imposta - o Próprio Jesus disse:

"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou..." (Jo 14, 7).

A Igreja hoje é a responsável de promover esta Obra de Cristo no mundo. Jesus em seu contexto de vida pregou paz a todas as pessoas, aos cativos e oprimidos de sua sociedade, assim a Igreja não está livre de em seu contexto atual promover a paz e a cultura de paz. A paz está baseada em uma ordem justa e a Igreja hoje tem o poder de Deus para a evangelização (At.1:9) e este poder deve ser usado para o serviço do Reino em promover esta paz; seguindo assim o exemplo de Jesus.

Digo que a missão da Igreja em promover a paz em primeiro lugar deve ter como meta a cultura de paz. A Igreja deve instruir famílias a estabelecerem em seu ambiente de convívio uma cultura de paz, não somente isto, mas dar a sua contribuição agindo com caridade em meio a um mundo de opressão pública (Mt.7:1,2). A Igreja pode lutar contra a violência não participando de atividades não construtivas, mas ao mesmo tempo pregando que com Jesus sempre há uma solução para a vida dos cansados e sobrecarregados. Sejamos como Igreja insentivados por aqueles que um dia lutaram em prol da paz e da cultura de paz; tendo em primeiro lugar como exemplo aquele que foi e é o principe da paz - Jesus Cristo.

Pr. Márcio Barroso dos Santos Trindade

MUSEU E MISSÃO

20 Abril 2009

"Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses3:13, 14).

Uma igreja, localizada em uma área da cidade onde já não haviam muitos moradores, precisava tomar uma séria decisão.Uma grande Incorporadora estava lhes oferecendo uma grande quantia de dinheiro pelo local onde pretendia construir um estacionamento. O valor era suficiente para a igreja construir um novo templo, em um local com muito mais habitantes e onde poderia fazer um trabalho de evangelização muito maior. Embora essa possibilidade motivasse uma parte da Congregação, outros membros mostravam-se resistentes à idéia. Eles assinalavam que a igreja guardava uma história e que possuía características de uma arquitetura do início do século dezenove. Lembraram também que figuras ilustres da igreja passaram por aqueles portais. Por fim prevaleceu a vontade da maioria da igreja e a congregação se mudou para um lugar melhor e muito mais movimentado da cidade. O pastor da igreja, relatando a decisão final, falou: "Nós tivemos que decidir se queríamos estar em um museu ou uma missão". Eles não podiam optar por ambos os modos. Ou ficavam naquele local, gloriando-se do seu passado e servindo a alguns poucos ou desistiam do passado e ingressavam em um ministério abundante junto às multidões da cidade. Eles preferiram a missão em lugar do museu. Muitos de nós, hoje, continuamos vivendo apenas do passado. Não é raro dizermos para algum irmão: "Quando comecei minha vida com Cristo tudo era diferente. Eu orava mais, lia a Bíblia todos os dias, não faltava às reuniões da igreja. Participava de tudo que se organizava na congregação". E porque não faz mais? Por que não continua experimentando aquela mesma alegria do primeiro amor? Por que viver apenas de lembranças se o regozijo de caminhar com o Senhor pode ser abundante mesmo agora, depois de tantos anos?A vida espiritual não é uma peça de museu. Não é um acontecimento que se vive e não se renova. Não é uma atividade para uma fase de nossas vidas. É uma bênção que não devemos largar um segundo sequer. Ganhar os perdidos, ajudar a restaurar lares, fazer alguém deixar de chorar e abrir um largo sorriso, são oportunidades que o filho deDeus não pode perder em momento algum de sua vida. Você tem sido um museu ou uma missão viva do Senhor ao mundo perdido?
Enviado por Paulo Roberto

VASILHAS DEFEITUOSAS

18 Abril 2009

Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o Senhor. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel"(Jeremias 18:6).



"Nós temos o direito de falar com as pessoas sobre coisas espirituais. Nós somos vasilhas defeituosas mas Deus pode ainda nos usar."Deus nos escolheu -- que grande privilégio. Ele nos separou para ser uma bênção em Suas mãos. Ele deseja nos usar para levar a todos a Sua Palavra de amor e salvação. Estamos preparados para isso? Cremos que somos capazes de fazer a Sua obra? O Senhor nos chamou e cabe a nós apenas seguir a Sua vontade. Ele nos preparará, encherá o nosso coração de Sua graça e grandes coisas fará através de nós. A obra é dEle e grandes maravilhas acontecerão.Talvez possamos pensar que somos falhos para testemunhar do Senhor aqui neste mundo. Somos pecadores e sentimo-nos incapazes de falar em nome de Jesus. Mas, o Senhor é o Oleiro Celestial, que toma uma vasilha defeituosa e atransforma em uma vasilha limpa, bonita, perfeita. Somos essas vasilhas e, nas mãos de Deus, elas se tornam vasilhas de bênçãos para todos. O Senhor não apenas restaura nossas vidas quando lhe abrimos o coração. Como novas vasilhas, somos preenchidos com o amor de Deus, com a sabedoria celestial e com o poder do Espírito Santo. Somos enviados e podemos seguir sem receios. Ele nos guiará e o mundo será iluminado pela presença do Salvador.Você ainda se sente uma vasilha defeituosa? O seu amor ao próximo está arranhado? A sua fidelidade está quebrada nas pontas? A sua santidade está desbotada? A sua vida espiritual, no geral, está sem brilho? Entregue-se completamente nas mãos do Oleiro divino. Ele tomará sua vida nas mãos e, com muito carinho, fará de você a vasilha mais bela que todos os seus amigos já viram. Nas mãos de Cristo, nenhuma vasilha permanece defeituosa.
Enviado por Paulo Roberto