CRACK, TERROR E HISTÓRIA

29 Outubro 2009

Esta droga nasceu em Nova York – USA nos anos 80, exatamente entre os de baixa renda em seus guetos, e foi um resultado do "sem querer".
Buscavam uma simples mistura e não a invenção de uma nova droga.
O seu nome vem do barulho que causa, ou seja, o som do uso ou quebra de pedras.
Dependendo de quem a experimenta, o “crack” leva o seu usuário a uma dependência imediata ou levando algumas semanas.
Os seus efeitos são mais rápidos e mais intensos do que a cocaína, mas de efeito menor, exigindo de seu dependente algo quase constante.
O seu uso exige um cachimbo, improvisado ou não, e água bem quente.
O maior atrativo é o preço, bem mais acessivo do que as demais drogas.
Alguém chegou a dizer que o único benefício que o “crack” trouxe foi quase acabar com o uso da cocaína injetável e seus óbvios malefícios.
O resultado deste vício no usuário (não se conta aqui o efeito periférico) é hipertensão, taquicardia, acidentes cárdio-vasculares, perda absurda de neuronios, degeneração de músculos, aminésia parcial ou total, paranóias e pensamentos suicidas.
O usuário do “crack” além dos descuidos higiênicos , pode ser tornar agressivo principalmente com quem ele ama (?) e com certeza o ama, agredindo e até mesmo matando.
Mas o “crack” que pode ser fumado com maconha e tabaco (droga autorizada), tem uma certidão de nascimento, que começa a ser escrita nas selvas da Colombia, Perú, Venezuela e Bolivia; países onde o cultivo da coca é permitido.
Financeiramente, alguns destes dependem e muito da venda legal e ilegal da coca.
O “crack” começa a nascer assim: folhas da coca são misturadas com cal e um solvente, normalmente, querosene, e aí as substancias se separam.
Depois um ácido é adicionado formando os sais.
A este entra soda caustica, quando acontece uma mudança química importante vazando sólidos, que após a secagem surge a pasta de cocaína.
Nesta são adicionados éter, ácido sulfúrico, acido clorídrico e permaganato de potássio.
Após esta elaboração, surge a cocaína (outrora drogas dos ricos), chamada de pura e quase sempre de cor rosa.
Quando esta chega nas mãos de seus usuários, pode ter sofrido outras misturas, com talco, bicabornato, pó de mármore, fezes de pássaros, ou qualquer substancia branca em pó.
E o “crack” (drogas dos pobres)?
Pega-se a cocaína (não da pura), mistura-se o bicabornato e após uma intensa fervura, achamos pedras de vários tamanhos.

Tire esta pedra do seu caminho!

Vital.