A revista Newseek desta semana publica uma matéria assinada pela jornalista Jessica Bennet sobre a nova “orientação sexual”, que vem crescendo na América do Norte e Europa Ocidental, denominada de Poliamorismo, que não deve ser confundida com a agenda GLSTB, com o “casamento aberto”, com a troca de casais (swing), ou com a poligamia (poligínica ou poliândrica). Seus defensores afirmam uma “ética não-monogâmica”, e o definem como “o engajamento em amor e relacionamento íntimo – baseado no conhecimento e no consentimento de todos os envolvidos”.
Assim, não há um relacionamento estável e comprometido (como pretendido pelas opções tidas agora como “clássicas”), mas relacionamentos acordados envolvendo múltiplos parceiros, de ambos os sexos, com possibilidades de relações íntimas hétero e/ou homoeróticas. 40% dos seus praticantes confessam ser bi-sexuais.
Livros, blogs e revistas estão promovendo a nova “causa”, especialmente a revista Loving More (15.000 leitores). A Universidade de Indiana já inaugurou uma Biblioteca Pluriamorista. Personalidades internacionais vêm expressando o seu apoio, inclusive a primeira dama da França, Carla Bruni.
De repente, propostas como o “casamento gay“ já aparecem como “conservadoras”...
O Departamento de Inovações Comportamentais do Inferno parece ilimitado em sua criatividade. E haja mão de obra ética, teológica, pastoral e apologética para a Igreja!
Fonte: www.anglican-mainstream.net
"E todos os do teu povo serão justos, para sempre herdarão a terra; serão renovos por mim plantados, obra das minhas mãos, para que eu seja glorificado. O menor virá a ser mil, e o mínimo uma nação forte; eu, o Senhor, ao seu tempo o farei prontamente" (Isaías 60:21-22).






